Midnight Danger lança novo álbum e vídeo com Danny Rexon e Kane Roberts

"Nights at Lake Milsen", novo EP do Midnight Danger, banda de synthwave do produtor e guitarrista brasileiro radicado na Suécia, Chris Young, está disponível nas plataformas de streaming e também em formato físico (vinil e cassete). Na versão em vinil, o lançamento da NRW Records, principal gravadora da cena de synth/retrowave, vem acompanhado da graphic novel "Chapter 1: The Malignant Force", que ilustra a história conceitual do primeiro álbum, "Malignant Force" (2018), que já atingiu mais de 3,3 milhões de streams no Spotify. Segundo Chris Young, "Nights at Lake Milsen", que sucede o álbum "Chapter 2: Endless Nightmare" (2020), traz uma ambientação moldada pela cultura dos anos 1980. "O EP traz a essência do Midnight Danger e proporciona uma experiência de trilha sonora intensa, viajando por momentos de terror, ação, mistério e romance",

Junto ao lançamento do álbum, o Midnight Danger também apresenta o lyric video para a faixa de encerramento do repertório, "Out in the City Lights". Inspirada em músicas de glam metal dos anos 80 que foram temas de filmes de terror como 'Sexta-Feira 13' e 'A Hora do Pesadelo', a música conta com a participação do vocalista Danny Rexon (Crazy Lixx) e do guitarrista Kane Roberts (ex-Alice Cooper). "Como esta música tem os sintetizadores que sempre uso, mas vem com uma pegada hard glam dos anos 80, convidei Danny Rexon, que considero um dos melhores vocalistas de hard rock da atualidade e gosto do trabalho dele no Crazy Lixx", declara Young. "Já Kane Roberts é uma lenda! O visual e estilo dele são icônicos. A música precisava de um solo e era um sonho conseguir Kane para participar. Consegui entrar em contato com ele e quando mandei a música ele adorou. Ele é um dos maiores nomes do hard e metal dos anos 80 e ainda tem uma forte conexão com filmes de terror através do Alice Cooper. Ele é coautor de 'The Man Behind the Mask', tema de 'Sexta-Feira 13' e coautor de 'Prince of Darkness', que consta no filme homônimo dirigido por ninguém menos que John Carpenter", completa.

Confira o lyric video de "Out in the City Lights" em https://youtu.be/USPIMB3xfVk
 


Inspirado por retro synths, metal e terror clássico, "Nights at Lake Milsen" também traz, além de Danny Rexon (Crazy Lixx) e Kane Roberts, a presença de Rafael Bittencourt (Angra), Martin Sweet (Crashdïet), Sonia Anubis (Crypta), e do australiano Max Cruise, produtor de synthwave que incorpora o saxofone em suas músicas.

Repertório:
01. Into an Abyss of Fear (feat. Sonia Anubis)
02. Maniac (feat. Martin Sweet)
03. Fatal Attraction (feat. Max Cruise)
04. A Storm Out There
05. Terror by Night (feat. Rafael Bittencourt)
06. Out in the City Lights (feat. Danny Rexon e Kane Roberts)
Bônus:
07. Fatal Attraction (alternate mix)
08. Terror by Night (alternate mix)


 
Para adquirir o álbum em formato físico, acesse: https://newretrowave.bandcamp.com/album/nights-at-lake-milsen

Ouça o álbum nas plataformas de streaming em https://midnightdanger.lnk.to/NightsAtLakeMilsen

Chris Young, que foi uma das atrações da primeira edição da "Horror Expo", evento focado na cultura do horror realizado em outubro de 2019, participou recentemente da série "Horror Talks", concedendo uma entrevista a Victor Hugo Piiroja. Confira em https://youtu.be/jWGpcrb0s74
 
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Duovert lança novo álbum apostando no modern hard rock

A banda mineira Duovert, que conta com Rafael Faria (vocal e baixo), Cleiton Souza (guitarra) e Daniel Sebastian (bateria) apresenta o novo álbum, "Just a Teenager", que se encontra disponível nas plataformas de streaming. Produzido pelos fundadores, Rafael Faria e Cleiton Souza, o material contou com mixagem e masterização a cargo de Marc Peiron, na Espanha. "No ano passado lançamos o single 'End of My Sad Memories' e agora soltamos o novo álbum, que conta com 15 músicas e traz a participação especial de Bruno Paraguay (Eminence) na faixa 'Enough'. Conhecemos Bruno Paraguay quando filmamos o primeiro clipe, em 2017. Porém, depois fomos entendendo que além do trabalho profissional com vídeos, ele era o vocalista de uma das maiores bandas de metal da atualidade brasileira, o Eminence", revelou Faria. "Filmamos outros trabalhos com ele e o convidamos para participar do show de lançamento do álbum 'Atos de Glória' (2016). O show foi emocionante e a participação dele encaixou muito com o estilo da banda. Nesse momento decidimos que precisávamos fechar uma parceria para gravar uma música juntos e lançar no próximo álbum. Este é o resultado disso tudo", acrescentou Souza.

Confira a faixa "Enough" em https://youtu.be/8Q329WGPJSw
 


Além das faixas autorais, o repertório traz um cover para "Separate Ways (Worlds Apart)", faixa originalmente gravada no álbum "Frontiers" (1983). "Esta música é um dos maiores hits do Journey e do melodic rock! Ela já teve versões de bandas e artistas de diversos estilos, de Asking Alexandria a Kelly Hansen, passando por Noah Guthrie e Andre Matos, mas quisemos deixar nossa marca. Como o álbum traz muito peso e arranjos progressivos, mesclados ao hard rock, ela se encaixou na proposta", detalhou Faria.

Ouça a versão de "Separate Ways (Worlds Apart)" em https://youtu.be/liENFnOzrQM

A faixa de abertura "Yes, It's a Shark" fala sobre um ataque de tubarão, que coincidentemente teve casos ocorrendo atualmente no litoral paulista. "Apesar da coincidência com as notícias da atualidade sobre ataques de tubarão em Ubatuba (SP) e aparições na Praia Central de Balneário Camboriú (SC), ela fala sobre o período em que estive em Recife (PE). Trata-se de uma ficção a respeito de um possível ataque de tubarão, o que não é incomum nas praias próximas ao bairro de Boa Viagem. Esse misto de desespero, adrenalina e terror começa com bastantes riffs de guitarra e baixo, e uma bateria pesada", explicou o vocalista e baixista.

Já a faixa "Animals" é uma releitura de "Animais", que consta no álbum "Atos de Glória" e teve o clipe, que conta a história de uma lutadora profissional de MMA, veiculado nos Multishow e Bis. "É a nossa música mais conhecida. No processo de tradução, obviamente aproveitamos para trazer alguns elementos novos para tornar essa versão um pouco mais moderna. É uma faixa que levanta o astral e estimula a pessoa a lutar por si mesma, encontrar forças para lutar pela vida, independentemente da situação em que se encontra", comentou o guitarrista Cleiton Souza. "Fizemos novas versões em inglês para outras faixas de 'Atos de Glória', que resultaram em 'Incapable', nossa balada favorita, e em 'Slave', que vem com um instrumental mais encorpado. Ela fala sobre a escravidão que nos aprisiona, contra a opressão e o racismo, principalmente com os negros. Já a 'Desert Flower' teve o clipe lançado com a letra em português e é nosso vídeo com mais visualizações até hoje no canal do YouTube", completou Faria.

De todas do repertório, os integrantes do Duovert apontam "Wanna Give you my Heart" como a preferida. "É difícil afirmar, mas se existe alguma que nós da banda preferimos é 'Wanna Give you my Heart', composição que desde o início foi a que mais tocou nossos corações. Cleiton havia feito a harmonia dela sem nenhuma letra, uma inspiração incrível. Quando ouvi a sequência de acordes no violão e o dedilhado do início me emocionei, porque era uma música que, sem dúvida, vinha diretamente do coração. Daí, escrevi uma letra sobre entrega total, dedicação, uma pessoa abrindo o coração para a outra", observou Faria.

O encerramento vem com "Standing Still", em que o mote da letra é a superação. "A pandemia veio nos expor ao maior medo da humanidade: sua aniquilação completa, a ameaça da morte iminente, respirando um inimigo invisível e sem cheiro. A experiência da vida remota, uma sociedade sem relacionamentos e o contato, que antes era inofensivo, podia ser letal. Acreditamos que a música tem o poder de nos levar a outras dimensões, nos conectar de outras formas e esperamos que 'Standing Still' possa nos lembrar que, acima de tudo, somos seres capazes de superar todas as dificuldades. Um riff marcante, guitarra e baixo juntos com a pressão vinda das batidas secas na bateria dão o andamento da esperança. Que todos os fãs da música pesada sintam-se abraçados por essa nova corrente positiva", concluiu Faria.



Ouça o álbum "Just a Teenager", que contou com arte de capa e design a cargo de Pietro Irama, em https://onerpm.link/690987029346

Confira o repertório:
1- Yes it's a Shark
2- Dancing in the Night
3- Enough
4 - Animals
5- Breaking Away
6- Wanna give you my Heart
7- Just a Teenager
8- Separate Ways (Worlds Apart)
9- Slave
10- What's Coming Next
11- Incapable
12- Calling the Inside
13- Crazy World
15- Desert Flower
15- Standing Still

Sites relacionados:
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Spotify: https://open.spotify.com/artist/3W0Iv1FMMAwQrxtgF8QOmy

Foto: Márcio Pacheco
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Produtor Wagner Meirinho lança curso online 'Produzindo rock e metal'

'Produzindo rock e metal', curso criado por Wagner Meirinho, produtor musical, engenheiro de mixagem e masterização, tem como objetivo apresentar os conceitos que compõem trabalhar no dia a dia em estúdio com produção musical. Com a participação de músicos consagrados do mercado do rock/metal, aborda todas as etapas da produção de uma música completa. "O curso online é bem didático e abordo desde o primeiro contato com o cliente no estúdio, o recebimento do material e, então, a fase de pré-produção e a gravação de todos os instrumentos (bateria, baixo, guitarras, teclados, vozes, coros, etc..). Também trato com detalhes sobre microfonação, edição, afinação, pós-produção, mixagem e masterização", detalhou Meirinho, que possui mais de 15 anos de experiência no mercado. "Nesses 15 anos de mercado passei por muitas situações e pude estar com muitos produtores e artistas diferentes. Nesse curso, quis colocar de uma forma prática como se trabalha no dia a dia no estúdio, levando em consideração muitas das histórias que passei. Dominar as ferramentas é importante, mas saber lidar com sentimentos e pessoas é crucial, acrescentou.
 
Veja os detalhes de 'Produzindo rock e metal', curso criado por Wagner Meirinho, em https://youtu.be/iSjOp5dpjc4



O curso também aborda conceitos extras de como montar um setup inicial de estúdio, um computador ideal, planejamento, como registrar músicas e muitos outros estão incluídos nos 167 vídeos e 38 horas de duração do curso. "Ao final, o aluno terá condições de iniciar suas próprias produções e ingressar no mercado com mais segurança", afirma o produtor, que já trabalhou com diversos artistas do âmbito nacional e internacional de diversos estilos, como Suicidal Tendencies, Torture Squad, Warrel Dane, Andreas Kisser (Sepultura), Semblant, Titãs, Scars, Holiness, Trayce, Matanza Inc., Seu Jorge, Raimundos, Daniela Mercury e outros.
 
Meirinho, que trabalhou como engenheiro de áudio no NaCena Studios, considerado um dos maiores estúdios da América Latina, é proprietário há mais de 10 anos da Loud Factory Studios, estúdio de produção dedicado exclusivamente a rock e metal.
 
Para adquirir o curso, acesse: www.produzindorockemetal.com.br
 
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Midnight Danger revela lista de convidados para o novo álbum

Inspirado por retro synths, metal e terror clássico, o Midnight Danger, criado no final de 2015 pelo produtor e guitarrista brasileiro radicado na Suécia, Chris Young, remete a uma trilha sonora nostálgica, com uma ambientação moldada pela cultura dos anos 1980. O novo EP, "Nights at Lake Milsen", que sucede o álbum "Chapter 2: Endless Nightmare" (2020), está marcado para sair no dia 26 de novembro em vinil e cassete pela NRW Records, principal selo da cena de synth/retrowave, além de todas as plataformas de streaming e lojas digitais. "O EP 'Nights at Lake Milsen' traz a essência do Midnight Danger e proporciona uma experiência de trilha sonora intensa, viajando por momentos de terror, ação, mistério, romance e terminando com 'Out in the City Lights', inspirada em músicas de glam metal dos anos 80 que foram temas de filmes de terror como 'Sexta-Feira 13' e 'A Hora do Pesadelo'", explica Chris Young. "A 'Out in the City Lights' conta com Danny Rexon, que considero um dos melhores vocalistas de hard rock da atualidade e gosto do trabalho dele no Crazy Lixx. No final de 2018, fui convidado pelo próprio Danny para fazer um remix de synthwave para uma faixa do álbum deles na época. Desde então, fiquei com a ideia de que se um dia lançasse uma música com vocais, Danny tinha que ser o cara. Foi o que aconteceu nesta, que tem os sintetizadores que sempre uso, mas com uma pegada hard glam dos anos 80", completa.
 
Além do vocalista Danny Rexon (Crazy Lixx), o EP virá com uma série de convidados de quatro gerações de renomados músicos de rock e metal: os guitarristas Kane Roberts (Alice Cooper), Rafael Bittencourt (Angra), Martin Sweet (Crashdïet) e Sonia Anubis (Crypta), e do saxofonista australiano Max Cruise. "Versátil e eclética, Sonia Anubis (Crypta, Cobra Spell, Burning Witches) é uma grande revelação. Embora toque em bandas de metal pesado, ela escuta muito hard rock e synthwave. Boa parte do público de synthwave, especialmente da vertente darksynth, vem do metal. Sonia fez um solo poderoso na música de abertura, 'Into an Abyss of Fear'", afirma Chris Young. "Já Martin Sweet, que conheço há anos por causa do Crashdïet, com o qual participei do show em São Paulo como guitarrista convidado em uma música. Anos depois, mudei para a Suécia e acabamos nos encontrando. Admiro muito o trabalho dele e me identifico com as suas influências musicais. Sei que ele também gosta de synthwave e, como a minha influência do sleaze-glam é evidente no Midnight Danger, convidei-o para o solo na música 'Maniac'", acrescenta o produtor e guitarrista.
 
Sobre contar com a presença de Rafael Bittencourt, Young revela que Angra foi uma das bandas mais importantes em sua formação musical: "Rafael é um guitarrista excepcional! O Angra foi importante tanto em minha formação musical quanto na própria inspiração de ter uma banda e seguir uma carreira musical. No ano passado, participamos de uma live sobre composição musical no canal de um amigo em comum e mantivemos contato desde então. Fiquei surpreso com o fato de que ele se interessou no trabalho do Midnight Danger e decidi convidá-lo para fazer um solo. Ele acabou não só fazendo o solo, mas compondo a guitarra base da faixa 'Terror by Night'".

Repertório:
01. Into an Abyss of Fear (feat. Sonia Anubis)
02. Maniac (feat. Martin Sweet)
03. Fatal Attraction (feat. Max Cruise)
04. A Storm Out There
05. Terror by Night (feat. Rafael Bittencourt)
06. Out in the City Lights (feat. Danny Rexon e Kane Roberts)
Bônus:
07. Fatal Attraction (alternate mix)
08. Terror by Night (alternate mix)
 
Link do pre-save: https://midnightdanger.lnk.to/NightsAtLakeMilsen
 
Para a 'power ballad' "Fatal Attraction", Chris Young queria incluir um saxofone e, inicialmente, compôs algumas melodias usando um plugin para expressar a ideia. "Uma das coisas que mais gosto no synthwave é como músicas com diferentes instrumentos e temáticas acabam trazendo aquele sentimento de nostalgia. Max Cruise é também um produtor de synthwave, mas que incorpora o saxofone em suas músicas. Conheci o trabalho dele através das redes sociais. Como nada se compara ao som real de um saxofone, acabei entrando em contato e a performance dele na música é incrível", comemora.
 
Outro motivo para celebração de Young em relação ao novo EP é a presença de Kane Roberts. "O cara é uma lenda! O visual e estilo dele são icônicos. Em minha opinião, é um dos maiores nomes do hard rock e heavy metal dos anos 80 e ainda tem uma forte conexão com filmes de terror através do Alice Cooper. Ele é coautor de 'The Man Behind the Mask', tema de 'Sexta-Feira 13' e coautor de 'Prince of Darkness', faixa tema do filme homônimo dirigido por ninguém menos que John Carpenter", detalha. "A música que Danny Rexon canta ainda precisava de um solo e era um sonho conseguir Kane para participar. Consegui entrar em contato com ele e quando mandei a música ele adorou", completa.
 
Além disso, "Chapter 1: The Malignant Force", a primeira graphic novel do Midnight Danger será lançada na mesma data, ilustrando a história conceitual do primeiro álbum, "Malignant Force", lançado em janeiro de 2018 pela NRW Records e que já atingiu mais de 3,3 milhões de streams no Spotify.
 
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Confira o trailer de "Nights at Lake Milsen" em https://youtu.be/V3ABzZPUZkc



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Paradise In Flames reforça identidade musical e maturidade em novo álbum

O Paradise In Flames dá o maior passo de sua carreira com o lançamento do novo álbum, "Act One", já disponível nas plataformas de streaming pela Blood Blast, subsidiária digital da gravadora alemã Nuclear Blast, e em versão física pela Demoncratic Records. O título "Act One" refere-se à abertura das cortinas do teatro negro e vai de encontro às mudanças estilísticas e a nova fase do grupo mineiro, formado por André Damien (vocal e guitarra), O.Mortis (vocal), Robert Aender (baixo), SJ Bernardo (bateria) e Guilherme de Alvarenga (vocal e teclado). "Queríamos enquadrar uma dinâmica de estilo um pouco distinta do que hoje somos rotulados. Encaramos que finalmente encontramos nossa identidade musical e tocamos uma mescla de estilos, no qual denominados como horror metal. Encaramos como o 'primeiro ato', pois se trata de nosso primeiro trabalho com o novo formato de banda, que consiste em três vocalistas, com vozes e interpretações distintas entre si, provocando a possibilidade de diálogos nas canções. É uma espécie de renascimento", declarou o vocalista e guitarrista André Damien.
 
A produção, gravação e mixagem de "Act One" foram feitas pela própria banda no estúdio Maçonaria do Áudio, em Nova Lima (MG). Já a masterização ficou a cargo do renomado engenheiro de som Ted Jensen (Gojira, Mastodon, Metallica, Behemoth, Korn), no Sterling Sound, em Nova Jérsei (EUA). "A banda vive uma nova fase e finalmente conseguimos entregar um material fonográfico que perseguimos durante anos, com uma formação coesa e muita vontade de fazer acontecer. Utilizamos o tempo ocioso que a pandemia infelizmente proporcionou para produzir e gravar um disco que refletisse a personalidade de cada um de nós", observou a vocalista O.Mortis.
 
O sucessor de "Devil's Collection" (2020) também marca a primeira vez que o grupo apresenta uma música dividida em dois capítulos: "The Sinner e "Delirium". "Estas músicas fazem parte de uma história teatral. Elas se complementam e possuem uma continuação da história do protagonista. Além disso, toda estrutura musical, escalas e tonalidades são referências de uma única canção. Pode ser complicado e o mais desavisado poderá até questionar como existem duas músicas que soem iguais ou que soem totalmente diferentes, mas a parte interessante é que são usadas escalas semelhantes em ambas as composições, mas invertendo a ordem das tonalidades", detalhou André Damien.
 
Confira o videoclipe da faixa "Delirium" em https://youtu.be/AD8wjdtUb20



A abertura do repertório traz uma orquestração emendada por "Old Ritual to an Ancient Curse", um black metal ríspido que remete às raízes de Minas Gerais. "A letra fala de um ritual de libertação realizado em meio à floresta, o que encaixa com as vocalizações do refrão na evocação", explicou O.Mortis.
 
Já "Bringer of Disease" é considerada a "música de trabalho do disco". "Ela terá um clipe oficial programado para fevereiro de 2022. A letra reflete uma ópera tragicômica, semelhante ou não ao que vivemos no cenário político do Brasil", ponderou o vocalista e tecladista Guilherme de Alvarenga. "Outra que tem esse tom é 'Evil System', em que a letra possui uma crítica pesada à forma que os nossos governantes tratam a corrupção e o descaso com o futuro de seus povos. Musicalmente, conta com passagens rápidas misturadas a orquestrações que lembram filmes de suspense", acrescentou o baixista Robert Aender.
 
A nova concepção do Paradise In Flames é apresentada nas faixas "Learn from Mistakes" e "Dancer of the Mist". "Uma das músicas mais diferentes de nossa carreira é 'Learn from Mistakes', que vem com elementos mais modernos. Ela já possui um clipe, que ultrapassou mais de 83 mil visualizações e é a que teve mais acessos nas plataformas digitais", comemorou baterista SJ Bernardo. "A faixa 'Dancer of the Mist' resume bem o que é essa nova fase da banda. Além de passagens técnicas e orquestrações contrapondo com o andamento extremamente rápido, cada estrofe é cantada por um vocalista", acrescentou André Damien.
 
Veja o vídeo de "Learn from Mistakes" em https://youtu.be/jj8G1ge4SuE


 
Confira o repertório de "Act One", que teve a capa e arte gráfica a cargo de Alcides Burn (Burn Artworks):

01- Old Ritual to an Ancient Curse
02- Bringer of Disease
03- Evil System
04- Learn from Mistakes
05- Dancer of the Mist
06- The Sinner (Ch1)
07- Delirium (Ch2)
08- Unseen God
09- Dark Pilgrimage
10- The way to the Pentagram
11- Last Breath
 
Ouça nas plataformas de streaming em https://bfan.link/act-one
 
Para adquirir a versão física de "Act One", acesse a loja online em https://paradiseinflames.loja2.com.br/
 
Site relacionado: www.paradiseinflames.com
Mídias sociais: @paradiseinflamesband
 
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Faces of Death: versão física de 'Live Rehearsal - A Drink With The Death' disponível

Durante a promoção do álbum, "Usurper of Souls", o Faces of Death se manteve ativo e participou de diversos festivais online. Além disso, resolveu produzir uma live própria, "Live Rehearsal - A Drink With The Death", vídeo que traz a performance da banda em uma sala de ensaio, mesclado a depoimentos dos integrantes. O material rendeu o lançamento de um álbum, segundo do grupo paulista durante o período de pandemia, que está agora disponível em sua versão física. "Como todas as bandas, claro que queríamos ter feito muitos shows para mostrar 'Usurper of Souls' nos palcos, mas traduzimos esta vontade quando nos reunimos no Audio Lab Extreme Studio, em Taubaté (SP)", acrescentou o baixista Sylvio Miranda. "Conforme venho comentando, a ideia de fazer um vídeo mesclando ensaio ao vivo e depoimentos surgiu quando, em meio à pandemia e o lockdown, eu estava assistindo ao vídeo do Sepultura, 'Under Siege - Live in Barcelona'. Assim, para preencher um pouco esse vazio e a falta de shows decidimos fazer esse vídeo, que saiu em CD e em que a versão física foi feita em parceria com o selo Impaled Records. A data foi proposital, pois o álbum 'Usurper of Souls saiu exatamente no dia 11 de novembro do ano passado", completou o vocalista e guitarrista Laurence Miranda.

Veja "Live Rehearsal - A Drink With The Death" em https://youtu.be/CpNlj0vy1Zg



Produzido pela banda e por Niko Teixeira no Audio Lab Extreme Studio, em Taubaté (SP), o material teve arte de capa criada por Alcides Burn e a intro em animação Wanderley Perna.
 
- PONTOS DE VENDA do material físico – "Consummatum Est" (EP, 2017), "From Hell" (CD, 2018), "Usurper of Souls" (CD, 2020) e "Live Rehearsal - A Drink With The Death" (CD, 2021):
 
SÃO PAULO
Impaled Records - Rua Dr. Falcão, 87 - Anhangabaú
 
Woodstock Discos - Rua Dr. Falcão Filho, 155 - 157/161 - Anhangabaú
 
Die Hard - Galeria do Rock
Av. São João, 439 - 2º andar - Loja 313
 
Pindamonhangaba
Lab 6 - Av. Fortunato Moreira, 314 - Centro
Bob's Discos - Praça Monsenhor Marcondes, 182 - Centro
 
EM BREVE:

São José dos Campos

Nosferatu Rock Store - Rua Dr. Rubião Jr., 84 - Sala 44A - Shopping Centro
 
Taubaté
Beco do Disco - Rua Dr. Souza Alves, 525 - Centro
 
Santos
Iron Fist Rock House - Galeria Ipiranga - Rua Fernão Dias, 4, loja 12 - Gonzaga
 
Os álbuns e o merch também podem ser adquiridos diretamente com a banda em contato através das mídias sociais (@facesofdeath) e do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .
 
Faces of Death:
Laurence Miranda (vocal e guitarra)
Luiz Amadeus (guitarra)
Sylvio Miranda (baixo)
Sidney Ramos (bateria)
 
Facebook: https://www.facebook.com/FacesofDeathBand
 
Ouça o material da banda em https://facesofdeath.hearnow.com/



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The Mist lança novo single, 'Over My Dead Body'

O The Mist, que retornou com o single "My Inner Monster", apresenta "Over My Dead Body", a segunda amostra do novo EP, "The Circle of the Crow", o primeiro registro após de 25 anos. Vladimir Korg (vocal), Edu Megale (guitarra) e Wesley Ribeiro (baixo) gravaram o material no estúdio Maçonaria do Áudio, tendo Alan Wallace (Eminence) como produtor e Riccardo Linassi na bateria.
 
"'Over My Dead Body' vem da expressão 'só sobre o meu cadáver' e fala sobre as angústias que a gente passa e quando chegamos no limite. São as coisas que derrubam e nos esvaziam por dentro. Uso principalmente uma alegoria sobre a alma ser uma cidade ou um navio fantasma, e você, a menos que dê um basta e tente viver, também se tornar um fantasma. O refrão aborda justamente isso –  dar um basta e falar: 'Só sobre o meu cadáver que isso vai acontecer'", detalhou o vocalista Vladimir Korg. "Caso não faça isso, vai acabar ouvindo passos sobre a sua sepultura. Tem muito aquela aquela história do morto ouvindo passos em cima de sua sepultura, que seriam justamente esses 'fantasmas' que, em analogia, é a angústia que a gente sempre está lidando e que, de vez em quando, falamos: 'Não aguento mais'. Você precisa botar um fim nisso e falar que certas coisas agora 'só sobre o meu cadáver'. Veja, esse cansaço existencial é mais evidente na contemporaneidade, pois temos muita informação, vemos muitos casos de depressão e muita gente triste, principalmente nesse período que estamos passando e com muita gente morrendo", acrescentou.
 
Ouça o single "Over My Dead Body" em https://youtu.be/0eRM4ZBtlmU

"The Circle of the Crow", marcado para sair oficialmente em 5 de janeiro de 2022, contará com as faixas "My Inner Monster", "Over my Dead Body", "The Blackmail of God" e "The Tempest". Segundo Korg, o EP servirá como uma passagem para a composição do novo álbum full.
 
O produtor e músico Alan Wallace comentou sobre trabalhar com o The Mist e o novo single. "Eu acredito que esta é uma das melhores músicas do EP! 'Over My Dead Body' mostra essa nova fase do The Mist, que está renascendo das cinzas. Foi uma honra fazer a produção do novo trabalho da banda. Por sinal, o meu primeiro show como músico foi uma abertura para o The Mist em 1990, em Belo Horizonte. Eu nunca iria imaginar que poderia contribuir com eles de alguma forma", concluiu.
 
- História:
Surgido em 1988 pelos remanescentes da banda Mayhem e contando com o ex-Chakal, Vladimir Korg, o The Mist estreou no ano seguinte com o álbum "Phantasmagoria", ganhando notoriedade por apostar em um som baseado no thrash metal convencional com o heavy metal. Em 1991, o agora quarteto gravou o considerado clássico da banda, o conceitual "The Hangman Tree", que marcou a estreia do guitarrista Jairo Guedz (atual The Troops of Doom e ex-Sepultura) e revelou Cello Dias como um compositor diferenciado. A aposta em climas soturnos e letras alegóricas e poéticas, flertando com o cinema e clássicos da literatura, como O Mágico de Oz e Peter Pan e a Terra do Nunca, se mostrou acertada.
 
Com uma nova alteração na formação, após a saída de Vladimir Korg, a banda mineira experimentou no metal industrial com "...Ashes to Ashes, Dust to Dust..." (EP, 1993). À época, o The Mist realizou alguns shows como trio, tendo Cello Dias no baixo e vocal, Jairo Guedz na guitarra e Chris Salles na bateria. Porém, para o álbum "Gottverlassen" (1995) foi recrutado Cassiano Gobbet, que entrou no posto de Cello Dias, que saiu para se juntar ao Soulfly, de Max Cavalera. Além disso, ocorreu a entrada do guitarrista Fabio Audrey para alguns shows. A banda, então, decidiu encerar as atividades e retornou em 2018, quando Vladimir Korg reativou o The Mist com Chris Sallles e Jairo Guedz na guitarra. Wesley Ribeiro, baixista do Hellspunch, se juntou para a "The Scarecrow Tour", que trouxe os clássicos da banda no repertório dos shows. Apesar de realizar uma excursão bem sucedida, a banda perdeu Jairo Guedz, que criou o The Troops of Doom em 2020, e Chris Salles, que saiu por motivos particulares.
 
Discografia:
Phantasmagoria (1989)
The Hangman Tree (1991)
...Ashes to Ashes, Dust to Dust... (EP, 1993)
Gottverlassen (1995)
The Circle of the Crow (TRB, EP, 2022)

Confira também o single "My Inner Monster" em https://youtu.be/2FFwo93lT84
 
Contatos:
Plataformas de streaming: https://linktr.ee/themistband
Instagram: www.instagram.com/themistband
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Eminence apresenta documentário sobre a gravação de 'Dark Echoes'

"Dark Echoes", sexto álbum de estúdio da banda mineira Eminence, formada por Bruno Paraguay (vocal), Alan Wallace (guitarra), Davidson Mainart (baixo) e Alexandre Oliveira (bateria, The Troops of Doom), acaba de ganhar um documentário que aborda todo o processo de gravação. O vídeo traz depoimentos do guitarrista Jean Patton (Project46), Márcio Buzelin (Jota Quest), Vladimir Korg (The Mist, ex-Chakal) e do renomado produtor dinamarquês Tue Madsen, conhecido por seu trabalho ao lado de nomes como Moonspell, Behemoth, Meshuggah, Rob Halford, Vader, Dark Tranquillity, Kataklysm, Suicide Silence e Heaven Shall Burn. "Para mim, 'Dark Echoes' é o nosso melhor álbum, mas desta vez o trabalho foi completamente diferente, pois descobrimos outra maneira de compor e exploramos o nosso melhor. Foram sete meses de trabalhos intensos e muita dedicação, que agora pode ser visto no documentário sobre as gravações", declarou o guitarrista Alan Wallace.

Assista ao documentário, dirigido e editado pelo baixista Davidson Mainart, em https://youtu.be/LHBQwK8dVwM
 

A pré-produção de "Dark Echoes" teve início em abril de 2020 e durou nove meses, com cada integrante trabalhando de forma remota em meio à pandemia. "Eu gravava algumas ideias em casa e mandava para Davidson Mainart e Bruno Paraguay. Em setembro de 2020, nos reunimos para montar o disco e entramos em estúdio em outubro, quando começamos a captar as imagens para o documentário sobre o processo de gravação", observou Alan Wallace.

"Dark Echoes" conta com participações especiais de Jean Patton (guitarra, Project46), Márcio Buzelin (teclado, Jota Quest), DJ Marco AS (samplers), Björn "Speed" Strid (vocal, Soilwork, The Night Flight Orchestra, At the Movies e Gathering of Kings) e Rodrigo Garcia (Orquestra Mineira de Rock nos Cellos). Gravado no Maçonaria do Áudio, em Nova Lima (MG), o material, que teve arte de capa criada por Rafael Moco, foi produzido por Tue Madsen (Antfarm Studios) e disponibilizado em todas as plataformas digitais pela Blood Blast, subsidiária digital da gravadora alemã Nuclear Blast.

Para ouvir o álbum "Dark Echoes", acesse: https://linktr.ee/eminenceband

Formação:
Bruno Paraguay (vocal)
Alan Wallace (guitarra e synths)
Davidson Mainart (baixo)
Alexandre Oliveira (bateria)

Discografia:
Faces (EP, 1997)
Eminence (EP, 1998)
Chaotic System (1999)
Humanology (2003)
The God of All Mistakes (2008)
Live Conexao Vivo (ao vivo, 2012)
The Stalker (2013)
Minds Apart (EP, 2018)
Dark Echoes (2021)

- Bio -
Eminence foi criado em 1995, em Belo Horizonte (MG), pelo guitarrista Alan Wallace. No mesmo ano, gravou a primeira demo-tape "Hunger", que marcou a cena underground mineira. Após vários shows pelo estado de Minas Gerais, o grupo começou a ganhar visibilidade e foi convidado a participar do festival "Skol Rock", em 1997. Após esse show, o nome Eminence só cresceu e, por consequência, o grupo realizou aberturas para Mercyful Fate, Motörhead e Destruction. Rodaram o mundo com turnês e shows que passaram pela Colômbia, Nova Zelândia, Estados Unidos, Suriname e China. Já se apresentaram em duas edições do "Rock in Rio" (2015 e 2019) e no Festival Woodstock na Polônia, em 2015.

Site relacionado: http://www.eminence.com.br
Instagram: instagram.com/eminenceband
Mídias sociais: @eminenceband

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Alchemia: debut lançado pela gravadora italiana Wormholedeath

A gravadora italiana Wormholedeath, criada em 2008 e sediada em Figline Valdarno, disponibilizou a versão física do álbum de estreia do Alchemia, "Inception". A gravadora, que também atua como editora e produtora de filmes, tem distribuição mundial pela Aural Music Group. Já a divisão editorial é administrada pela Warner, enquanto a distribuição digital é feita pela The Orchard Inc (Sony Music). "Estamos confiantes com o trabalho desenvolvido pela gravadora na Europa desde o início do ano, quando assinamos com eles. Vimos o empenho em promover nosso trabalho e agora temos a edição em CD para o mercado Europeu e, no final de novembro, teremos a versão física para o mercado japonês. Desta forma, temos novas possibilidades de expandir nossa música nestes territórios", declarou o vocalista Victor Hugo Piiroja.
 
Carlo Bellotti, da Wormholedeath, explicou que teve contato com o Alchemia através de uma indicação de uma jornalista. "Quando minha amiga e jornalista Carla Morton me pediu para dar uma olhada nesta banda, fiquei impressionado com o som e as músicas deste álbum. Este disco é uma verdadeira obra-prima do horror metal e estamos absolutamente orgulhosos de poder lançá-lo em nosso catálogo".
 
"Inception" foi lançado no mercado brasileiro no dia 31 de outubro de 2020 pela Shinigami Records em parceria com o selo Dark Inc., responsável pelo lançamento nas plataformas digitais que, a partir de agora, será feito pelo selo italiano através da The Orchard. O material foi gravado nos estúdios Fusão e Carbonos, com produção de Piiroja, em colaboração com Ricardo Campos (Sunseth Midnight), que produziu os vocais. "Temos muitas influências em 'Inception', desde heavy metal, black metal, death metal, trilhas de filmes e orquestração clássica. Ao mesmo tempo, ele apresenta identidade própria", observou Piiroja, idealizador do projeto. "O interessante da Wormholedeath é que o selo é focado em diversas vertentes, muitas das quais o Alchemia se encaixa", acrescentou.
 
Já a mixagem e a masterização ficaram a cargo do renomado produtor e engenheiro de áudio dinamarquês Tue Madsen, que trabalhou com Rob Halford, Babymetal e Moonspell, entre outros. O álbum apresenta elementos sinfônicos dramáticos e sintetizadores góticos assombrosos, arranjados e expandidos pelo compositor britânico Jon Phipps, que criou orquestrações virtuais para Moonspell, Amorphis, Angra e Dragonforce.
 
O artista brasileiro Carlos Fides, que ilustrou artes para bandas como Kamelot, Evergrey, Edu Falaschi, foi responsável pela perturbadora arte da capa de "Inception", que se inspira em trilhas sonoras de filmes de terror, na música dark e no metal contemporâneo. Além disso, alinhado à estética do terror em sua música, o Alchemia se apresenta com elementos visuais teatrais e mórbidos e macabros em palco, tendo colaboração com o artista performático brasileiro Coveiro Maldito.

Confira o vídeo de "Grind", produzido pela Caxao Produtora, o artista performático brasileiro Coveiro Maldito e Jota Rugal, e editado por Xtudo Obze, em https://youtu.be/TVVh_PWxwXw



"Inception" - Repertório:
1- Grind
2- Save Us
3- Inception
4- Haunting You
5- Ashes
6- If Nothing Is Sacred
7- Sacrifice
8- Mind Prison
9- Nightmares
10- Secret Call

A versão importada de "Inception" pode ser adquirida em https://tinyurl.com/26ut664v. Já no mercado brasileiro, o álbum está à venda através da Shinigami Records em https://tinyurl.com/4jraa9js.
 
Alchemia:
Victor Hugo Piiroja (vocal)
Rodrigo Maciel (guitarra)
FIFAS (baixo)
Alex Cristopher (bateria)
Wally D'Alessandro (teclado)

Redes sociais Alchemia:
Instagram: alchemiabandofficial
Facebook: alchemiabandofficial
Twitter: alchemiabandoff

Sites relacionados:
wormholedeath.com
http://alchemiaband.com/


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Marcelo Souza confirma primeira parte da 'Human on Tour'

Após o lançamento de "Human Vs Machine", segundo álbum solo de Marcelo Souza, o guitarrista confirma as datas da primeira parte da "Human on Tour", que passará por cidades do eixo Rio-São Paulo. "A repercussão de 'Human vs Machine', principalmente no Brasil e América Latina, foi ótima! Faltava ir para os palcos e agora, com a confirmação da primeira parte da turnê, poderemos mostrar como as músicas funcionam ao vivo. "As apresentações passam por casas de shows, lojas e escolas de música e contam com o apoio dos endorses", comentou Marcelo Souza. "O set contará com músicas dos álbuns 'Circle of Fire' e 'Human vs Machine', com performances solo em formato workshop e também com o trio, que conta com Lucas Barbosa no baixo e Argos Danckas na bateria e teclados", acrescentou.
 
"Human Vs Machine" foi gravado, mixado e masterizado no estúdio Oversonic, em São José dos Campos (SP), e coproduzido por Vagner Alba. Ao lado do guitarrista estiveram Lucas Barbosa (baixo), Argos Danckas (bateria e teclados) e os músicos convidados Luiz Carlini, que fez o Lap Steel guitar em "74' White Maverick", e Mario Pastore, que registrou as vozes na faixa-título e em "Stronger".
 
Embora o sucessor de "Circle of Fire" (2011) não seja um trabalho conceitual, os títulos e letras sugerem temas relevantes e, de certa forma, interligados. "Cada música foi criada com sonoridades e sensações diferentes. Em alguns momentos, tensas e pesadas; em outros, suaves e tranquilos, sempre tentando equilibrar minhas influências de maneira mais pessoal, com minha identidade", explicou o guitarrista.
 
MARCELO SOUZA - HUMAN ON TOUR
16/10/21 - Showroom Wasp Guitars / Workshop (Solo) - Campos do Jordão/SP
11/11/21 - Espaço Musical Art & Vida / Workshop (Solo) - Sorocaba/SP
20/11 /21 - EMFA escola de música / Workshop (Solo) - Jacareí/SP
27/11/21 - HERTZ escola de música (local a definir) - São José dos Campos/SP
05/12/21- Studioum / workshow (Trio) - Pindamonhangaba/SP
10/12/21 - Loja CasaDrum - Braz Cubas / Workshow  (Trio) - Mogi das Cruzes/SP
11/12/21 - Seven Notes escola de música / workshow (Trio) - Itaquaquecetuba/SP
 
Os álbuns estão disponíveis nas redes sociais do músico e nas principais plataformas de streaming.

Confira o videoclipe de "Secret Code", produzido e editado por Giovanni Machado (StudioUm), em https://youtu.be/Bb0YtLfrLbQ
 

Site: www.marcelosouzagt.com.br
Instagram: www.instagram.com/marcelosouzagt/
Facebook: www.facebook.com/marcelosouzaguitar
 
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Projeto OUTRO lança single/vídeo de 'Odioso'

Após estrear com "Vísceras ao Verme Deus", o OUTRO, projeto paranaense do multi-instrumentista e vocalista Guilherme E Silveira, lança seu novo single e vídeo, "Odioso". Trata-se de uma versão para uma música da banda londrinense de grindcore Até Esse Governo Acabar, da qual o músico também é membro. "A música ainda não havia sido gravada e foi escolhida para suprir a necessidade de colocar para fora algo sobre o grande caos, cada vez maior, que vem se tornando o nosso país", comentou o músico.
 
Confira o vídeo de "Odioso" em https://youtu.be/xrxw5VvphXU
 


Guilherme E Silveira revela que a produção de "Odioso" foi totalmente realizada eu seu home studio e dá destaque para o lado agressivo da banda, fato que levou a um processo um pouco diferente das músicas gravadas até então, que tinham como ponto principal a ambientação sonora. "Com uma boa dose de crueza, a mixagem buscou uma sonoridade 'old school', com destaque para a cozinha grave e pesada. Ela é um grindcore, mas na versão que gravei para o Outro investe em uma sonoridade mais calcada em um thrash metal/hardcore, com vocais agressivos e gritos à la Tom Araya", explicou. "A letra reflete o incômodo com um mundo em que apenas a velocidade e a megalomania do sucesso são aceitáveis, gerando desigualdade e miséria para contrapor o luxo descontrolado de alguns poucos", acrescentou.
 
A capa do single usa a pintura "Paisagem Apocalíptica" (1912), de Ludwig Meidner. "A convulsão social é apresentada em uma imagem explosiva e dinâmica que apresenta duas pessoas que fogem, apequenadas pela paisagem agressiva. Criada pouco antes da 1ª Guerra Mundial, essa imagem mostra que ainda hoje sobrevive essa sensação de desespero e vontade de fuga, sensações que música e letra de 'Odioso' tenta captar. Já o lyric video contém cenas de catástrofes nacionais e internacionais", detalhou Silveira.
 
"Odioso é todo o humano que se aquece enquanto usa seu irmão como lenha".

Ouça no Spotify: http://open.spotify.com/album/550fbazEH43aodI9JtOh6x
 
Sites relacionados:
https://www.instagram.com/outroriscosonoro/
https://www.facebook.com/outroriscosonoro
https://outroriscosonoro.bandcamp.com/
guilhermeesilveira.com.br/outroriscosonoro

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Andralls lança single e clipe 'Call Me Madness'

Após uma série de relançamentos do material antigo, entre eles os álbuns "Andralls" (2009), "Inner Trauma" (2005) e "Fasthrash Live" (2003), o Andralls reaparece com o novo single e videoclipe, "Call Me Madness". A faixa foi gravada no Dharma Studios, com mixagem e masterização a cargo de Rodrigo Oliveira. "Recebemos o convite para gravarmos o single com Rodrigo Oliveira, do Dharma Studios, que é amigo nosso de longa data. Assim, além de apresentarmos a nova formação com André Mellado, pudemos ter a melhor gravina que fizemos em todos os anos de banda. Rodrigo nos deixou super à vontade e tirou um som muito animal", analisou o baterista Alexandre "Xandão" Brito. "O single estará disponível em todas plataformas digitais a partir do dia 11 de novembro, mas até lá os nossos seguidores poderão curtir o vídeo no YouTube e assinando o canal da banda", acrescentou o vocalista e guitarrista Alex Coelho.
 
Veja o clipe de "Call Me Madness" em https://youtu.be/QUtEkNQ6x_Q



Segundo Alexandre "Xandão" Brito, a letra fala sobre a loucura tomando conta da mente do ser humano. "Ela aborda a dor de uma pessoa passando por um momento difícil na vida e recorrendo ao uso de certas substâncias para adormecer a vida. Neste caso, trata-se da loucura causada pelo uso de drogas e álcool em excesso. Porém, a letra também fala sobre se reerguer depois de passar por momentos difíceis e seguir em frente".
 
Já o vídeo foi dirigido por Lauro Bonometti, com script criado por Alex Coelho e Alexandre Brito. "Lauro estava fazendo um clipe para o Nuclear Warfare, que é uma banda alemã que também toco. Como vi que ele trabalhava bem, dei a ideia de fazermos um vídeo do Andralls com ele. Não deu outra, ficamos surpresos com o resultado final, pois ele fez um trampo sensacional, ainda mais levando-se em conta que ele gravou tudo com um celular. É, quem vê o clipe não imagina que tudo foi gravado apenas com um  IPhone velho", revelou o baterista.
 
- ANDRALLS AO VIVO -
O próximo passo do trio é a retomada dos shows, com a primeira data confirmada para 27 de novembro (sábado) no Jai Club, em São Paulo. "Iremos fazer um show no Jai Club, ao lado do Fucking Violence, Hellgarden e Coyote Bad Trip, que irá marcar a nossa volta aos palcos depois de quase dois anos sem tocar ao vivo com público devido à pandemia. Estamos preparando um set matador, que irá passar por todos os álbuns e, claro, iremos tocar o novo single. Esperamos que a galera cole em peso para celebrar essa volta com a gente", concluiu Xandão Brito.


 
Ingressos online para o show, que tem organização da Restless Booking Agency, à venda na Sympla:
https://www.sympla.com.br/andralls-fucking-violence-hellgarden-e-coyote-bad-trip-na-jai-club__1352436
 
Discografia:
Massacre, Corruption, Destruction (2000)
Force Against Mind (2003)
Fasthrash Live (2003)
Inner Trauma (2005)
Andralls (2009)
Breakneck (2012)
15 Years Breaknecking - Live In Belém (2014, DVD)
Bleeding For Thrash (2019)
Call Me Madness (single, 2021)

Andralls:
Alex Coelho (vocal e guitarra)
André Mellado (baixo)
Alexandre "Xandão" Brito (bateria)

Loja virtual Andralls: https://andralls.lojavirtualnuvem.com.br/
Facebook: facebook.com/andrallsfasthrash
Instagram: @andrallsfasthrash
YouTube: Andralls Thrash
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Nite Stinger fará sua estreia nos palcos dia 26 de novembro no Legends Music Bar (SP)

O Legends Music Bar será palco da estreia da banda de hard rock Nite Stinger, formada por Jack Fahrer (vocal), Roger Benet e Bruno Marx (guitarras), Bento Mello (baixo) e Ivan Busic (bateria). Antecipado pelos "Gimme Some Good Lovin'" e "That Feeling", o grupo lançou oficialmente o disco de estreia, homônimo, no último dia 15 de outubro. Produzido por Roger Benet e Bento Mello, o lançamento em formato físico ocorreu no Brasil pela Animal Records e na Europa pela Steelheart Records, enquanto a Canil Records se encarregou do formato digital. "Estamos preparando o show de estreia com as músicas do disco e alguns covers que fazem parte de nossas inspirações. Estamos muito animados e ansiosos para mostrar, ao vivo, tudo o que fizemos em estúdio, agora com a vantagem de receber de volta a vibe do público", declarou o vocalista Jack Fahrer. "Daremos o melhor de nós para um show que será mais do que uma simples apresentação. Será o início de tudo e nossa proposta é apresentar um show com muita performance e energia. Levaremos conosco todo o tesão de mostrar essa nova sonoridade para os que curtem um bom hard rock. Get ready for the Nite Stinger!", acrescentou.
 
Na ocasião, a banda convidada será a Bastardz, com abertura a cargo dos mineiros do Electric Gypsy. O Legends Music Bar fica na rua Inácio Pereira da Rocha, 367, Vila Madalena (SP). A abertura da casa será às 20h e os shows terão início às 21h30. "O local escolhido é uma nova casa de shows de São Paulo. A Legends Rock também traz um clima bem rocker e tem um palco que convida às vibes dos redutos de rock'n'roll", observou Jack Fahrer.
 
Para ouvir o álbum "Nite Stinger" nas plataformas de streaming, acesse: https://bit.ly/NiteStinger_
 
NITE STINGER - SHOW DE ESTREIA:
Atrações: Nite Stinger, Bastardz e Electric Gypsy
Discotecagem: DJ Edu Rox
Data: 26/11 (sexta-feira)
Local: Legends Music Bar
Endereço: Rua Inácio Pereira da Rocha, 367, Vila Madalena - SP/SP
Horários: 20h (portas) | 21h30 (shows)
Ingressos: R$ 25,00 antecipado | R$ 35,00 porta
Infos: https://linktr.ee/legendsmusicbar
 
Vendas online:
https://www.sympla.com.br/estreia-da-bandat-nite-stinger-no-legends-music-bar__1388768
 
Mídias Sociais (@nitestinger):
Facebook: https://www.facebook.com/nitestinger
Instagram: https://www.instagram.com/nitestinger/

Veja o videoclipe de "Gimme Some Good Lovin'", dirigido por Rodrigo Barth, em https://youtu.be/lSOGIhE85UU
 





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Eminence: 'Inner Suffering' ganha vídeo playthrough de bateria

A faixa "Inner Suffering", que integra o repertório do mais recente álbum do Eminence, "Dark Echoes", acaba de ganhar um vídeo 'playthrough' do baterista Alexandre Oliveira (The Troops of Doom, Tianastácia e Raising Conviction). "Como tínhamos lançado um playthrough de guitarra e baixo para a faixa-título, faltava um de bateria e, então, a escolha recaiu para 'Inner Suffering'. É uma música importante para nós. Ela já havia saído em videoclipe e fala sobre os problemas ambientais e de como estamos devastando as nossas vidas não olhando para o planeta Terra", explicou o guitarrista Alan Wallace.
 
A produção do playthrough foi feita durante as gravações do videoclipe, produzido e dirigido por Davidson Mainart, que é o baixista da banda mineira. Alexandre Oliveira explicou o processo de criação das linhas de bateria para "Inner Suffering". "Este foi um dos mais intuitivos e rápidos processos de todo o repertório do álbum. Lembro que quando Davidson me mostrou o riff inicial, coloquei algo mais retão, pedal direto e algumas viradas nas acentuações da guitarra, mas a parte que vem depois, a percussiva, foi muito na intuição mesmo", detalhou. "Sempre faço primeiro uma coisa mais reta e depois vou adicionando detalhes. Então, após adicionar bumbo, senti que precisava de mais alguma coisa, e aí coloquei aqueles pratos no meio para dar um efeito. Já na parte do refrão a gente criou juntos, mas como é uma mais simples de acentuação, coloquei, na segunda vez que se repete, um pedal duplo para não ficar muito igual. Aí fiz uma brincadeira do pedal duplo para ele entrar no tempo quatro, depois no três, no dois e no um. A construção toda foi realmente bem intuitiva", acrescentou.
 
Veja o video playthrough de bateria de 'Inner Suffering' em https://youtu.be/QB7YAHFPi4Q


 
"Dark Echoes", sexto álbum de estúdio da banda mineira formada por Bruno Paraguay (vocal), Alan Wallace (guitarra), Davidson Mainart (baixo) e Alexandre Oliveira (bateria), teve a arte de capa criada pelo artista carioca Rafael Moco. Lançado no final de junho, o material foi produzido pelo dinamarquês Tue Madsen (Antfarm Studios), conhecido por seu trabalho ao lado de nomes como Moonspell, Behemoth, Meshuggah, Rob Halford, Vader, Dark Tranquillity, Kataklysm, Suicide Silence e Heaven Shall Burn. O álbum, que foi disponibilizado nas plataformas digitais pela Blood Blast, subsidiária digital da alemã Nuclear Blast, traz participações do vocalista sueco Bjorn Strid (Soilwork, The Night Flight Orchestra, At the Movies e Gathering of Kings), do guitarrista Jean Patton (Project46), do tecladista Márcio Buzelin (Jota Quest) e de Rodrigo Garcia (Orquestra Mineira de Rock nos Cellos).

Confira o videoclipe de "Inner Suffering", que contou com direção e edição das filmagens a cargo do baixista Davidson Mainart e a coprodução do vocalista Bruno Paraguay, em https://youtu.be/0_ndqXAnf2g
 


Para ouvir o álbum "Dark Echoes", acesse: https://linktr.ee/eminenceband
 
Formação:
Bruno Paraguay (vocal)
Alan Wallace (guitarra e synths)
Davidson Mainart (baixo)
Alexandre Oliveira (bateria)
 
Discografia:
Faces (EP, 1997)
Eminence (EP, 1998)
Chaotic System (1999)
Humanology (2003)
The God of All Mistakes (2008)
Live Conexao Vivo (ao vivo, 2012)
The Stalker (2013)
Minds Apart (EP, 2018)
Dark Echoes (2021)
 
Site relacionado: http://www.eminence.com.br
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Metralion lança lyric video para 'Requiem For a Society'

O grupo carioca de thrash metal Metralion apresenta o lyric video para a faixa-título do álbum de retorno, "Requiem For a Society", disponível em versão física pela gravadora Dies Irae e disponibilizado nas plataformas de streaming. "Curiosamente, a música 'Requiem For a Society', que é uma das três inéditas do repertório do álbum, nasceu de uma observação feita por internautas sobre a atualidade das letras do Metralion, ainda que tenham se passado 35 anos do início das atividades da banda", explicou o baterista Roberto Loureiro.

Assim, Rica (vocal), Fernão Carvalho (guitarra) e Roberto Loureiro (bateria) fizeram um apanhado de trechos de algumas letras. "Daí saíram versos como 'Still pigs are rulling' (Pigs of Law); 'Tyrants still out there' (Tyrants); 'Forests Keep Burning' (Life in Flames); 'Nationalism is growing' (War Heroes); 'Selfish societies everywhere' (Penury e Cold Rules)", detalhou o vocalista Rica.

Segundo Roberto Loureiro, que tem formação em literatura portuguesa, o final traz um trecho do poema 'Carta a meus filhos sobre os fuzilamentos de Goya', do poeta português Jorge de Sena, mas na versão em inglês traduzida pelo professor e ensaísta americano Richard Zenith. "O final do poema foi escolhido porque encaixa perfeitamente com a visão apresentada pela letra. O poema foi recitado por Sophie Fraser e John Fraser, do duo escocês Hand of Kalliach, em mais uma participação especial em nosso novo álbum".

Confira o vídeo, criado por Raoni Joseph a partir da arte de capa de Alcides Burn (Burn Artworks), em https://youtu.be/w3BB0hxMiNs



Após mais de três décadas ausente, o retorno do grupo se deu após a repercussão positiva do lançamento dos álbuns "Quo Vadis" (1988) e "A Mosh in Brazil" (EP, 1989) pelo selo chinês Awakening Records, em novembro de 2019. Os singles "Pigs of Law+Penury" e "Rivals+Tyrants" anteciparam o novo álbum, que começou a ser trabalhado em janeiro com a colaboração de Alex Cavalcanti (guitarra solo), que substituiu Fernão em 1988 e tocou no álbum "A Mosh in Brazil" (1989). "Os singles que lançamos antes foram uma prévia do álbum, que traz quase tudo que fizemos no passado e três músicas inéditas – 'Hell is Real', 'Katabasis' e 'Requiem For a Society', a faixa-título. Trata-se de uma ponte entre nosso passado e o que pretendemos para o futuro. Ficamos mais de trinta anos sem dar notícia e nossos vídeos deram uma boa repercussão, inclusive no exterior", observou o baterista.

A gravação, mixagem e masterização de "Requiem For a Society", que contou com arte a cargo de Alcides Burn (Burn Artworks), foram feitas entre março e julho no Estúdio Flames (RJ), com o engenheiro de som Victor Barbosa, que trabalha com o NervoChaos, é baterista do Agoniza e integrou bandas como Expose Your Hate, Sanctifier e Lord Blasphemate. O álbum conta com participações especiais de Marcos Dantas (Azul Limão) no solo em 'Cold Rules', de Paulão Vianna (Sodoma, RN) no solo de 'Times of Crisis', de Sérgio Facci (Vodu) nos teclados de 'Disorder' e de Sophie Fraser e John Fraser (Hand of Kalliach) em "Requiem for a Society".

Para adquirir a versão física de "Requiem For a Society", lançada pela gravadora Dies Irae com slipcase, pôster, adesivo e booklet de 12 páginas com letras e fotos inéditas, entre em contato através do e-mail (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ) ou pelo whats +55 21 97003-5053 (Rica).
 
Repertório - "Requiem For a Society":
01 - War Heroes
02 - Rivals + Tyrants
03 - Life in Flames
04 - Empires
05 - Hell is Real
06 - Cold Rules
07 - Pigs of Law + Penury
08 - No Way Out
09 - Katabasis
10 - Disorder
11 - Times of Crisis
12 - Requiem For a Society
 
Ouça nas plataformas de streaming:
Spotify: https://tinyurl.com/2wrppjvk
Deezer: https://tinyurl.com/myww4ayu
 
Discografia:
Quo Vadis (1988)
A Mosh in Brazil (EP, 1989)
Quo Vadis / A Mosh in Brazil (coletânea, 2019)
Requiem For a Society (2021)
 
Mídias sociais:
Instagram: instagram.com/metralion86/
Twitter: https://twitter.com/Metralion
 
Site relacionado:
https://diesirae.loja2.com.br/9900234-METRALION-Requiem-For-a-Society-CD-



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Insulter lança álbum e apresenta lyric video 'Lies, Lies, Lies'

Insulter, uma das pioneiras de metal extremo da mundialmente conhecida cena mineira, enfim lança o aguardado álbum de estreia, "Insane", que vem acompanhado de um novo vídeo de divulgação, desta vez para a faixa "Lies, Lies, Lies". "Na década de 80 não chegamos ao disco de estreia. Foram 35 anos de espera, com as gravações muitas vezes interrompidas pela dificuldade em encontrar músicos que se encaixassem na proposta e filosofia da banda. Mas, agora, finalmente o álbum 'Insane' está lançado pelo selo Dies Irae", comentou o vocalista e guitarrista Reinaldo Resan, que também assina a produção. "No último dia 23 de outubro, fizemos uma confraternização junto a amigos e parceiros no The Rock'n'Roll Bar, em Belo Horizonte (MG), para oficializar o lançamento do álbum, que conta com nove faixas do mais genuíno 'Metal BH'", acrescentou o baixista Claudio Freitas.
 
Confira o lyric video "Lies, Lies, Lies" em https://youtu.be/DmBH1DImXLc

Além de integrar o mesmo berço de bandas como Sepultura e Sarcófago, o Insulter teve entre seus integrantes o lendário D.D. Crazy e o saudoso Pussy Ripper (ex-Sarcófago e Sextrash). Fundada em 1986, a banda retomou as atividades em 2012, fazendo shows no Brasil e no exterior. Em 2014, veio o single "Lies, Lies, Lies!", seguido pela coletânea "Blood Spits, Violences and Insults" (2015) e, em 2020, o single "Burning in the Chaotic Place". "A música 'Lies, Lies, Lies' saiu como single em 2014 e fecha o repertório do álbum. Ela foi criada há dez anos, mas tem uma letra atemporal, ou profética, que aborda a mentira social e institucional, que levou insurreição a vários países do mundo na última década", observou Resan. "É uma música que leva diretamente aos anos 1980, quando criamos um estilo conhecido como 'Brazilian DeathCore'. Ela foi feita na mesma semana que 'Burning In This Chaotic Place'. Lembro que, em 2012, enviei a guia dessas duas músicas e de uma terceira para Ricardo Nascimento (ex-Aamonhammer) gravar bateria mas, infelizmente, dez dias depois ele veio a falecer de pneumonia", completou.
 
A temática de "Insane" se baseia no personagem de mesmo nome, falando dos traumas, experiências, tormentos, medos e da maneira de Insane perceber o mundo. "A abertura, com 'No Fear', tem influências de Bathory e Celtic Frost e fala sobre os dois heróis de Insane, 'Demolidor' e 'Motoqueiro Fantasma'. O primeiro por ser o homem sem medo e o segundo por ter enganado o demônio. Com uma infância traumatizada pelo medo do escuro e de ser castigado pelos dogmas da igreja católica, nada mais natural a escolha destes heróis", destacou Resan.
 
Segundo Claudio Freitas, a faixa "Burning In This Chaotic Place" tem tudo para ser uma música singular na carreira do Insulter. "Ela começa com uma referência à intro de bateria da clássica 'I Love It Loud' (Kiss), mas quando entram as guitarras e o baixo vem aquele impacto que bandas como Motörhead, Venom, Hellhammer e Celtic Frost nos causaram. De uma forma sutil ou não, a letra aborda os cruéis conflitos na palestina".
 
O disco traz duas faixas compostas em 1987, "Amityville" e "Shadows In The Night". "'Amityville', que tem fortes influências de Slayer, Exodus, Destruction e um 'mosh' inspirado em S.O.D., é mais uma que aborda os traumas do personagem e tem a letra inspirada no filme homônimo", explicou Resan. "Em 'Shadows In The Night', o curioso é que nenhuma sequência de riffs se repete e a música tem algumas particularidades. O primeiro riff teve 'The Anvil of Crom' como referência, já que na década de 80 sempre quisemos abrir nossos shows com esta composição de Basil Poledouris, que é da trilha de 'Conan, o Bárbaro' (1982). A letra fala sobre as consequências de se viver no limite da sanidade, com ou sem o uso de álcool e ou drogas", completou.
 
Porém, o repertório de "Insane" não traz só faixas do passado, já que "Mary Ann", "All The Pain of the World" e a faixa-título são composições recentes. "Inicialmente, elas não fariam parte do álbum, mas talvez indiquem o caminho que a banda seguirá por terem sido as últimas que criamos. 'Mary Ann' é baseada na história da assassina em série inglesa Mary Ann Cotton, mas também pode ser interpretada como um pesado tema sobre alienação parental. 'All The Pain of the World', que tem referências de Black Sabbath, Motörhead, Rattus, Iron Maiden e Slayer, fala sobre as injustiças do mundo. E a faixa-título, que tem um dos moshs mais intensos que já criei, aborda os conflitos que atormentam o personagem, que é considerado um louco pela sociedade. Porém, na verdade, é um ser atormentado e angustiado pelas injustiças do mundo", descreveu Resan.

Confira o lyric video "Insane" em https://youtu.be/zuNpxjpP0mg

Por fim, a faixa "In My Eyes" menciona depressão. "É uma doença silenciosa e a abordamos de uma forma introspectiva. Ela facilmente poderia ter sido uma música do Sodom, Destruction ou Kreator se alguma dessas tivesse surgido no Brasil por volta de 1983. Enfim, fizemos o nosso melhor, resgatamos nosso passado, olhamos para o futuro e colocamos toda a alma e um pouco mais nesse álbum, que já está disponível em versão física e, posteriormente, estará nas plataformas de streaming", detalhou Resan. "Tudo que fizemos só foi possível graças à ajuda e apoio de alguns grandes amigos, como Teddy Bronsk (Loss, ex-Witchhammer e Concreto), que registrou a bateria, além de Roger Sena (Witchhammer), Alan Wallace (Eminence), Ader Jr. (Dies Irae), Lucas Diniz, Saulo Gelmine (ex-Freax), Eduardo Gordo, Rubem Filho, Thierry Almeida, Licínio Cirilus e Thiago Prado (in memoriam)", concluiu.
 
Para adquirir o material, que teve arte de capa e layout a cargo de Rubem Filho, acesse: www.diesirae.com.br
 
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