RMH: programa especial traz tema 'comprei o disco pela capa'

O Programa RMH (Rock | Metal | Hard), apresentado por Carlos Chiaroni, Ricardo Batalha e Eduardo Lucena, traz um especial na série "RMH em Casa" com o tema: 'Comprei o Disco pela Capa'. "Todo mundo que gosta de heavy metal em geral tem alguma história relacionada e esse tema, principalmente porque nós apreciamos uma boa arte de capa. Então, existe aquele caso de comprar pela arte e se tornar fã da banda que não conhecia, mas também não saber do que se trata e quebrar a cara", declarou Carlos Chiaroni.

Veja o RMH especial em https://youtu.be/sJ634QE4eSQ



Confira a lista dos convidados que falaram sobre o tema:
Otávio Augusto (Taurus)
Claudio David (Overdose)
Felipe Andreoli (Angra)
André Delacroix (Azul Limão | Metalmorphose)
Carlos Lopes (Dorsal Atlântica)
Marcello Schevano (Carro Bomba | Golpe de Estado | Casch)
Deca (Baranga)
Edu Lane (NervoChaos)
Jão (Ratos de Porão)
Henrique Fogaça (Oitão)
Kichi (Cão Véio)
Wladimyr Cruz (Zonapunk - jornalista | cineasta)
Yasmin Amaral (Eskröta | Kultist)
Zhema Rodero (Vulcano)
Rodrigo Malevolent (Reffugo | Laws Kills Destroy)
Rei (Dirty Glory)
Markus Mioranzza (Wolfpire)
Marco Nunes (Chaosfear)
Roger Lombardi (Goatlove)
Murillo Augustus
Fausto Mucin (Die Hard)
Leandro de Oliveira (Roadie Crew)
Victor Cutrale (Furia Inc.)
Victor Piiroja (Alchemia)
China Lee (Extravaganza | ex-Salário Mínimo)
Kiko Shred
 
Com captação de imagens e produção da ViewPlay Filmes, abertura do Casadio Studio e trilha a cargo de Alexandre Grunheidt (Ancesttral), o canal RMH foi criado no final de 2019, segundo Chiaroni, para suprir a falta do antigo "Lokaos Lançamentos", que o proprietário da Animal Records, aberta em setembro de 1992 na mundialmente conhecida Galeria do Rock (SP), apresentava no canal Lokaos.
 
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Trend Kill Ghosts apresenta clipe de versão acústica de 'Believe'

O Trend Kill Ghosts apresenta o clipe versão acústica de "Believe", faixa que faz parte do repertório álbum "Kill Your Ghosts" (2019). "Esta música foi feita em homenagem à minha filha, pois nos separamos quando ela era muito jovem, por motivos que não vêm ao caso. Eu quis deixar registrado, em uma composição, a mensagem de que ela pode me procurar quando quiser, pois estarei sempre de braços abertos", declarou o guitarrista Rogério Oliveira, que foi coproduziu o vídeo ao lado de Robson Platero. "Apesar de nossas referências de power metal, o estilo desta música vai para o lado do hard rock, com uma estrutura mesclando Van Halen e Edguy. Esta versão acústica também estará nas plataformas de streaming", acrescentou.
 
Confira o clipe, gravado no London Studios, em Guarulhos (SP), em https://youtu.be/b2nKCisq9Mo



Criada em 2018, a banda paulista de power metal Trend Kill Ghosts tem objetivo de inspirar, através da música, as pessoas a matarem seus fantasmas e buscarem seus objetivos. "Kill your Ghosts", que teve a arte de capa criada por Lucas Pereira (Marvel HQ), contou com participações especiais de Ralf Scheepers (Primal Fear, ex-Gamma Ray), Raphael Dantas (SoulSpell, Ego Abscence) e Lúcia Ricardo (ex-EvenDusk). O álbum, que obteve boa receptividade, abriu caminho para a primeira turnê sul-americana, como convidada dos italianos do Elvenking, além de aberturas para W.A.S.P., Accept e o evento 'Viper and Guests'.
 
Diogo Nunes (vocal), Rogério Oliveira (guitarra), Maurílio Vizin (baixo) e Leandro Tristane (bateria) encontram-se trabalhando no sucessor de "Kill Your Ghosts", além de se prepararem para os shows de abertura para o Symphony X, reagendados para 2021 por conta da pandemia do coronavírus. "O ano de 2020 prometia ser de muitos shows não só para nós, mas acabou perdido para todos. Ainda assim, não nos deixamos abater pela situação e estamos trabalhando forte da maneira que conseguimos para manter o fôlego para 2021. Estamos ansiosos para os dois shows que temos com o Symphony X e, ainda em 2020, iniciaremos as gravações de nosso segundo álbum, que pretendemos lançar no segundo semestre de 2021. Podemos adiantar que será um disco rápido e pesado. As músicas novas soam incríveis", concluiu o vocalista Diogo Nunes.
 
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RMH: programa traz especial 'Bandas que não vingaram'

O programa RMH, apresentado por Carlos Chiaroni (Animal Records), Ricardo Batalha (Roadie Crew) e Eduardo Lucena, traz mais uma edição especial, desta vez abordando o tema "bandas que não vingaram". "É até curioso pensar nesse tema, porque costumamos ouvir o tempo todo, e indicar no RMH, bandas que não figuram entre as 'top' e não fizeram sucesso. Confira este especial, porque poderá descobrir várias coisas fora do 'Bê-á-bá', como costumo falar sempre", declarou Carlos Chiaroni.
 
Assista em https://youtu.be/ldh08UfhZuk



O episódio conta com a participação de vários convidados, listados abaixo:
Vitor Rodrigues (Tribal Scream | Victorizer)
Bruno Maia (Tuatha de Danann)
André Gubber (Siegrid Ingrid)
Cesar Gavin (Vitrola Verde)
Fabio Hoffmann (Hård:On)
Yohan Kisser (Sioux 66)
Edson Graseffi (Cosmic Rover)
Rolando Castello Jr. (Patrulha do Espaço)
Fabio Shammash (Mythological Cold Towers | Unholy Outlaw)
Jean Forrer (Laboratori)
Fred Mika (Sunroad)
Tibet (Ajna)
Prika Amaral (Nervosa)
João Messias Jr. (Roadie Crew | New Horizons Zine | Metal Brazil)
Rafael Agostino (Armored Dawn | Elevenber | Dr. Pheabes)
Renato Menez (Stay Rock Brazil)
Ricardo “Micka” Michaelis (Santuário | Extravaganza)
Tony Babalu (Solo | Ex-Quarto Crescente e Made in Brazil)
Rodrigo Flausino
Mauricio Amaral (Anthares | Decreto Sem Lei)
Sonia Fanin (Heavy Road - Dark Radio)
Caio Flavio (ex-Made in Brazil)
Patricia Vera (Classic Metal Records)
Pepe Bueno (Tomada | Os Estranhos)
Renato Domingos (Armahda)
Eduardo Magoo (Maledettos)
Márcio Okayama
Mauricio Cliff Bertoni (Deathgeist)
 
Com captação de imagens e produção da ViewPlay Filmes, abertura do Casadio Studio e trilha a cargo de Alexandre Grunheidt (Ancesttral), o canal RMH foi criado no final de 2019, segundo Chiaroni, para suprir a falta do antigo "Lokaos Lançamentos", que o proprietário da Animal Records, aberta em setembro de 1992 na mundialmente conhecida Galeria do Rock (SP), apresentava no canal Lokaos.
 
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Eduardo Lucena, Carlos Chiaroni e Ricardo Batalha


Skunk Oil: típico anti-herói, personagem fictício é tema de novo single/clipe

O Skunk Oil apresenta seu novo single e videoclipe, "Godlike", trazendo uma letra intrigante, que fala sobre um personagem fictício. "Trata-se de um típico 'anti-herói', obcecado pelo poder, influência e controle sobre os outros. É uma música dinâmica e intensa, com ótimos riffs de guitarra", explicou o guitarrista Dennis D'Angelo, que também dirigiu o clipe, filmado pela Chacon Media.
 
Veja o clipe de "Godlike", editado por Rodolpho Ponzio – AMC e com pós-produção de Felipe Delgado em https://youtu.be/vuW9iL6_Dwo



Para registrar "Godlike", gravada nos estúdios The Record Company e Dimension Sound Studios, em Boston (EUA), estiveram ao lado de Dennis D'Angelo o tecladista Lucas Tadini, o vocalista Jaska Isola, o baterista Caio Moskalkoff e o baixista Fede Delfino.
 
Praticando um som com referências a Black Sabbath e Soundgarden, além de influências de Queens of the Stone Age e Muse, o grupo apresentou o EP "Skeletons In The Closet" em 2018, destacando os singles "Elephant's Paw", "Ritual" e "Illusion". "Trabalhamos com elementos do blues-rock, grunge e rock psicodélico dos anos 70 e 90 de uma forma bem equilibrada", analisou D'Angelo.
 
O Skunk Oil, que conta com brasileiros radicados em Los Angeles, planeja lançar o próximo trabalho no final do ano. "Continuaremos transportando os ouvintes para diversas jornadas através de músicas que exploram dualidades e conflitos entre mente e o mundo em que vivemos", concluiu D'Angelo.
 
Site relacionado: www.skunkoilband.com




Vodu: pré-venda limitada e exclusiva do novo álbum

Após o videoclipe "Say My Name", primeiro single de "Walking With Fire", o Vodu, um dos pioneiros do heavy metal brasileiro, apresenta a pré-venda, limitada e exclusiva, do novo álbum, que será lançado pela Classic Metal Records. A pré-venda traz o novo álbum autografado e numerado, em formato digipack, além de uma camiseta de alta qualidade, com a arte de Marcelo Vasco (The Troops of Doom, Slayer, Machine Head, Kreator, Soulfly, Testament e outros). O valor, com frente incluso para todo o território brasileiro, é de cem reais (R$ 100).
 
Para adquirir "Walking With Fire" de forma antecipada na pré-venda, visite a loja no Mercado Pago em https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1584606186-pre-venda-novo-cd-vodu-walking-with-fire-camiseta-frete-_JM.
 
André Góis (vocal), J. Luis "Xinho" Gemignani e Paulo Lanfranchi (guitarras), André "Pomba" Cagni (baixo) e Sergio Facci (bateria) retomaram as atividades trinta anos após a estreia com "The Final Conflict" (1986), relançado em CD pela Classic Metal em 2017.
 
"A intenção sempre foi lançar coisas novas para incorporar no repertório dos shows, como fizemos com 'Voodoo Doll - Demo'. Continuamos fiéis ao heavy metal raiz, mas com uma pegada atual e uma gravação de impacto. São 14 faixas com produção impressionante, trazendo um power metal de primeira e com a banda em sua melhor fase! E temos cinco novas versões surpreendentes de clássicos como 'Final Conflict' e 'Seeds of Destruction'", observou o baixista André "Pomba" Cagni. "Foram cerca de dois anos entre gravação e mixagem, que foram feitas no estúdio Orra Meu, sob a supervisão dos técnicos Gustavo Barcellos e Andre Miskalo", acrescentou Sergio Facci.
 
Veja o clipe de "Say My Name" em https://youtu.be/0GLWfyJzcs0



"'Say My Name' fala sobre um ritual de invocação, sob a ótica da entidade, que diz o que precisa ser feito para que a presença dela se manifeste efetivamente: 'Desenhe meu símbolo, cante minha canção e diga meu nome três vezes'", explicou o vocalista André Gois, compositor da música.
 
O repertório de "Walking With Fire" é o seguinte:
1 - Walking With Fire
2 - Voodoo Doll
3 - I Spit On Your Grave
4 - Got To Be Free
5 - Say My Name
6 - Only the Brave Can Love
7 - Empire of Demise
8 - The Enemy Inside
9 - (Un)Blessed
 
Faixas Bônus:
10 - Seeds of Destruction
11 - Let Me Live
12 - What's The Reason?
13 - Keep on Fighting
14 - Final Conflict
 
Site relacionado: www.voduband.com


 

 

Silver Mammoth apresenta lyric video da balada 'Let's Find The Sun Together'

A faixa "Let's Find The Sun Together", presente no mais recente álbum do Silver Mammoth, "Western Mirror", acaba de ganhar um lyric video produzido pela Plural Brother Filmes, com direção de Rodrigo Rímoli. "Western Mirror", sucessor de "Mindlomania" (2015) e do compacto "Singles" (2017), está disponível em versão física e nas plataformas de streaming. "Renato Haboryni e eu produzimos o disco e ele veio naturalmente mais pesado, mas nem por isso deixamos de lado as características dos trabalhos anteriores. Inclusive, a intenção foi entregar um trabalho com várias vertentes. Ele tem heavy/rock, toques psicodélicos, passagens acústicas e até um hard blues em homenagem aos saudosos Muddy Waters, Robert Johnson, Chuck Berry e tantos outros", explicou o vocalista Marcelo Izzo. "A ideia para 'Let's Find The Sun Together' era compor uma canção não só para o público rocker, mas àqueles que gostam de algo mais acústico, com um refrão que fica na mente. A letra é voltada a um romance, um reencontro ou uma simples flertada, com voz e violão e percussão no início, seguindo a melodia vocal e dando um toque clássico. Penso que deu certo, pois as pessoas estão curtindo e isso é o mais bacana", acrescentou.
 
Confira o lyric video de "Let's Find The Sun Together" em https://youtu.be/UdkgsQYyL9A



Antecipando "Western Mirror", o grupo lançou o single e clipe "Rise Up", com produção da Plural Brother Filmes e que acabou sendo selecionado no festival Festicine de Cinema "Curta Pinhais 2020" na categoria "Clipe Musical" e no "Festival Cine Lobeira de Cinema" (GO). "Foi uma surpresa termos o clipe de 'Rise Up' selecionado em festivais de cinema, mas a Plural Brother Filmes realizou um belo trabalho para o vídeo de 'Rise Up', que mostra um mercado clandestino de luta, onde um mafioso organiza um banco de apostas. Isto vai de encontro com a letra, em que o mote é: 'levante-se e erga-se'", revelou Izzo. "Nós já tínhamos trabalhado com a produtora no clipe para a versão que fizemos de 'Symptom of the Universe', do Black Sabbath, que também consta no repertório do novo álbum. No futuro, após termos a solução para estes dias difíceis que estamos vivendo frente à pandemia do coronavírus, um novo clipe está nos planos, talvez para 'Western Mirror', música que deu nome ao álbum", completou.
 
Veja o clipe de "Rise Up", dirigido por Rodrigo Rímoli, em https://youtu.be/swUrbqp7aPg



O repertório de "Western Mirror" é o seguinte:
1 - For Whom the Bells Cry
2 - Like a Blind Man
3 - Beethoven's Darkside
4 - Rise Up
5 - Western Mirror
6 - Symptom of the Universe (Black Sabbath)
7 - Let's Find the Sun Together
8 - Roll Blues
9 - Jailbreak (AC/DC)
10 - Natural Love (Acoustic Version)
11 - White Line Fever (Motörhead)
12 - Free Soul

DISCOGRAFIA:
Silver Mammoth (CD, 2013)
Pride Price (CD, 2014)
Mindlomania (CD, 2015)
Singles (compacto/vinil, 2017)
White Line Fever (Motörhead, single – versão, 2018)
Symptom of the Universe (Black Sabbath, single – versão, 2018)
Jailbreak (AC/DC, single – versão, 2018)
Rise Up (single, 2019)
Western Mirror (CD, 2020)
 
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The Troops of Doom: nova banda de Jairo 'Tormentor' Guedz

Jairo "Tormentor" Guedz, integrante do The Mist e membro da formação original do Sepultura, apresenta a banda de death metal The Troops of Doom, que busca resgatar a essência do estilo feito na década de 1980. "A ideia é explorar uma sonoridade mais primitiva, que transporte o ouvinte para aquela época quase de forma nostálgica", explicou o guitarrista. Já o vocalista e baixista Alex Kafer (Enterro, Mysteriis, Explicit Hate e ex-Necromancer) acrescenta: "Acredito que o 'start' para este projeto tenha sido a participação de Jairo no show do Enterro, outra banda que faço parte. No fim do ano passado, convidei-o para tocar a 'Bestial Devastation' quando estávamos fazendo a abertura para o The Mist. Tocar este clássico ao lado do próprio compositor foi um momento especial. Porém, mais especial ainda é estar neste projeto ao lado dele".
 
Junto aos dois estão o baterista Alexandre Oliveira (Raising Conviction, Tianastácia e Southern Blacklist) e o guitarrista Marcelo Vasco (Mysteriis e Patria), este também conhecido mundialmente pelo trabalho como artista gráfico. "Jairo e Alex foram os idealizadores, mas logo me chamaram para fazer parte da banda. A experiência está sendo especial para mim, pois aqueles discos da primeira fase do Sepultura obviamente foram parte da minha escola no mundo do metal", revelou Vasco.
 
Veja o teaser em https://youtu.be/PRGn34kRrvg



O The Troops of Doom já trabalha em seu EP de estreia, intitulado "The Rise of Heresy", que contará com seis faixas e tem lançamento previsto para o segundo semestre por meio da Blood Blast, subsidiária digital da gravadora alemã Nuclear Blast. "O direcionamento e o estilo de composição são típicos do que faziam nos anos 80, com linhas que remetem a músicas como 'Bestial Devastation' e 'Morbid Visions'. O EP trará quatro músicas autorais e duas regravações – 'Bestial Devastation' e 'Troops of Doom'", adiantou Guedz. "Tocar músicas com aquela pegada e regravando estes sons, principalmente ao lado de Jairo, que era do Sepultura na época, não é somente um prazer enorme para mim, mas algo marcante e histórico", concluiu Vasco.

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Site relacionado: www.thetroopsofdoom.com
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- OS MÚSICOS -

JAIRO "TORMENTOR" GUEDZ
Nascido a 25 de novembro de 1968, em João Monlevade (MG), o guitarrista estreou em 1984 ao criar o Manthas, que prestava tributo ao Mercyful Fate. Depois, conheceu os irmãos Max (vocal e guitarra) e Igor Cavalera (bateria) e Paulo Jr. (baixo). Assim, não tardou para ser convidado a integrar o Sepultura, gravando o EP "Bestial Devastation" (1985) e o álbum "Morbid Visions" (1986), no qual registrou "Troops of Doom", uma de suas assinaturas musicais mais conhecidas. Após participar da turnê e se dedicar às composições do próximo disco, "Schizophrenia", acabou se desligando em 1987, quando foi substituído por Andreas Kisser. Em 1990, entrou para o The Mist, com o qual gravou "The Hangman Tree" (1991), "...Ashes to Ashes, Dust to Dust..." (EP, 1993) e "Gottverlassen" (1995).

Em 1998, foi convidado para integrar outra banda clássica de Minas Gerais, o Overdose, realizando uma turnê que durou um ano e promovia o álbum "Scars", lançado nos EUA e Europa. Com o fim da banda, em 1999, foi convidado para entrar no Eminence, realizando turnês pela Europa e América Latina por seis anos, além de gravar o segundo álbum do grupo, "Humanology". Em 2004, passou um tempo em El Paso/Texas (EUA), onde foi convidado por Al Jourgensen para substituir Paul Barker (baixo) no Ministry. Chegaram a ensaiar, mas, por motivo de força maior, a união foi adiada. Em 2010, Guedz assumiu o posto de baixista na banda tributo Metallica Cover Brazil, formada em 1990.

Mais recentemente, criou o The Southern Blacklist, projeto autoral que está em fase de composição do debut, além do The Troops Of Doom. Jairo Guedz é pai de dois filhos: Igor (31 anos) e Érico (25 anos). Possui também um neto, Francisco (3 anos). Além da carreira musical, é um estudioso da Segunda Guerra Mundial, dedicando parte de seu tempo à memória dos ex-combatentes brasileiros. Além disso, é aficionado pela arte do plastimodelismo, criando miniaturas em escala de elementos das grandes guerras e seus cenários. Jairo também se dedica à sua grife United Satans Of America, que em breve deve entrar no mercado.

MARCELO VASCO
Nascido a 29 de junho de 1979 no Rio de Janeiro (RJ), o guitarrista iniciou seus estudos na música ainda nos anos 80, aos 9 anos de idade, tendo o violão como seu primeiro instrumento. Posteriormente, passou para a guitarra e enveredou para o mundo do heavy metal. Contudo, sua carreira começou efetivamente no início dos anos 1990, quando participou de diversas bandas e obteve destaque ao lado da banda de black metal Mysteriis, em 1999, com o álbum de estreia "About The Christian Despair", hoje tido como clássico nacional do estilo.

Vasco também é o mentor das bandas Darkest Hate Warfront e Patria, além de projetos musicais como Le Chant Noir, Hellscourge, I Gather Your Grief, entre outros. Sendo amigo de longa data de Jairo "Tormentor" Guedz, foi convidado para dividir as guitarras do The Troops of Doom. Além da guitarra, Marcelo Vasco conquistou fama mundial por seu trabalho como artista gráfico, assinando artes para bandas lendárias como Slayer, Kreator, Machine Head, Dee Snider, Soulfly, Dark Funeral, Hatebreed, entre centenas de outras.

ALEX KAFER
Nascido a 7 de fevereiro se 1970, no Rio de Janeiro (RJ), o vocalista e multi-instrumentista Alex Kafer começou sua carreira em 1988 como baterista da banda de thrash metal Necromancer. Com o grupo, gravou as demo-tapes "Science of Fear" (1993) e "Victims of Derenged Maneuverings" (1996), além do primeiro álbum, "Forbidden Art" (2014). Também foi responsável pela gravação do baixo e solos de guitarra do debut. Fora o Necromancer, integrou a banda de death metal Genetic Deformation em 1993, como baterista, quando gravou a demo-tape "Contaminated World" e um 7" EP intitulado "Gates of Eternal Suffering".

Em 1996, formou a banda de black metal Songe D'Enfer, mas não chegou a gravar nenhum material. Dois anos depois, foi convidado a integrar, como baixista, a banda de black metal Mysteriis, da qual ainda faz parte e que já lançou os álbuns "About The Christian Dispair" (1999), "Fuck in The Name of God" (2000) e "Hellsurrection" (2012). Em 2007, Kafer entrou para o Darkest Hate Warfront como guitarrista, gravando o CD "The Aftermath". Na sequência, em 2009, torna-se integrante da banda de thrash metal Explicit Hate, gravando a promo-tape "Population Zero". Em 2011, participou da gravação do EP "The Other Gods" com a banda de death metal Coldblood.

Desde 2006, Kafer integra a banda de death/black metal Enterro como vocalista e baixista, com a qual registrou os álbuns "Nunc Scio Tenebris ux" (2008) e "The Bells of Leprous" (2011). Além disso, entre 2008 e 2012 fez shows como músico convidado em grupos como Matanza, Pátria, Mustang e Usina Le Blond, as duas últimas de Carlos Lopes, fundador da Dorsal Atlântica. Com o Matanza, participou como guitarrista na turnê de "A Arte do Insulto" (2008). Em 2020, foi convidado por Jairo Guedz para ser vocalista e baixista do The Troops of Doom.

ALEXANDRE OLIVEIRA
Nascido a 30 de outubro de 1988, em Belo Horizonte (MG), iniciou sua formação musical em 2003, quando começou o curso de bateria na escola de música Harmony Music. Professor de bateria há mais de 10 anos, já trabalhou em espaços como Harmony Music, Espaço Som, Monkey Studio e atualmente na Emes, School of Rock, e ministra aulas particulares. Passou por bandas de diferentes estilos (rock, metal, pop, jazz ska, MPB), conquistando o Prêmio Mineiro de Música Independente (PMMI) em 2009 com as bandas Dilúvio e Nihil. Além de participar de diversos programas de televisão em emissoras como Rede Globo, MTV, Rede Minas, Just TV, Band, entre outras, esteve em turnê em vários estados do Brasil (MG, SP, RJ, DF, GO, ES, PI), tendo dividido o palco com bandas reconhecidas, artistas nacionais e internacionais.

Em 2010, mudou-se para São Paulo para viver de música e expandir seus conhecimentos, trabalhando em estúdios ministrando aulas de bateria e fazendo gravações para bandas e artistas solos. Quatro anos depois, voltou para Belo Horizonte, onde firmou parceria com o estúdio Monkey, onde foi sócio e trabalhou como músico de estúdio, gravando para inúmeras bandas e artistas. No mesmo ano, passou a ser integrante da banda de metal Raising Conviction e, em 2015, aceitou o convite para integrar o The Southern Blacklist, além de também fazer parte da banda Tianastácia, que possui mais de 20 anos de história. Em 2018, participou da audição, dentre quase 200 alunos, e foi escolhido para uma das vinte vagas para o curso de bateria na Universidade Popular de Música Brasileira - Bituca. Em 2019, foi convidado a ser integrante da banda da artista pop carioca Kamatos e paralelamente, montou um projeto pop/rock acústico chamado Miniband, cuja proposta é tocar em ambientes comerciais e eventos particulares. Agora, em 2020, foi recrutado por Jairo Guedz para o The Troops Of Doom.


Navighator lança álbum de estreia

O objetivo da Navighator em seu álbum de estreia, homônimo, é oferecer uma experiência imersiva completa, apresentando faixas com ricas ambientações e composições elaboradas com diversas texturas contando com arranjos orquestrais, piano, sintetizador, guitarras, baixo, bateria e percussão agregados a vocais melódicos. Com composições abordando assuntos inerentes aos sentimentos humanos em nuances diversas, o projeto adota a temática náutica, reverenciando o poder e mistérios do oceano, o que é evidente em algumas canções. "Tratamos de temas incômodos mascarados por uma cortina de metáforas. Boa parte das letras foi escrita com base em histórias reais e/ou vivências pessoais", explicou Marcos Medina.
 
Confira o videoclipe para o single "Ghost Town" em https://youtu.be/Pmb8XGQviaM



"A faixa 'Ghost Town' trata sobre o sarcasmo. Um texto sobre lugares e situações onde todos são bem-vindos, e onde ninguém quer realmente estar, pois o aprisionamento, em suas mais diversas formas, acontece. É onde o dever se torna maior que a existência, sacrifícios são feitos, mas a oportunidade e o tempo são perdidos", detalhou Marcos Medina.
 
Veja o lyric video de "Winter Morning" https://youtu.be/TN7cRyUIYoE 



"Em 'Winter Morning', que tem a decisão como tema principal, o eu lírico pode ter diversos caminhos para seguir. Entretanto, o caminho escolhido por ele não é revelado e o que permanece é o desejo de ter asas para voar. O texto não se conclui e o final fica aberto para interpretação e reflexão do ouvinte", observou o vocalista Matheus Miniguini.
 
Musicalmente, o Navighator flerta com diversos estilos, tendo o heavy metal como base, especialmente o power, melódico, symphonic e tradicional. A produção do álbum se concluiu em 2019, com um projeto de gravação contendo aproximadamente 200 pistas de áudio, participação de Orquestra e coro sinfônico. "Além disso, contamos com a presença do guitarrista Ben Christo (The Sisters of Mercy, Diamond Black e Night by Night), o baixista Rafael Dafras (Almah/Edu Falaschi), o vocalista Arthur Horeanu (Arthur in Neverland, The Voice Kids da Romênia), o baterista Sergio Nadaban (Corso) e a vocalista Nathalie Magiési, autora de 'When She’s Gone'", concluiu Medina.
 
Ouça o álbum "Navighator", que teve a arte de capa a cargo de Matheus Antunes, em https://linktr.ee/NavighatorStreaming
 
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/navighator/
https://www.instagram.com/navighatorofficial/
 
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Faces Of Death apresenta vídeo da versão de 'Refuse/Resist' (Sepultura)

O Faces Of Death, que atualmente encontra-se em processo de composição do sucessor de "From Hell", apresenta o vídeo para a versão de "Refuse/Resist", segundo single do álbum "Chaos A.D.", lançado pelo Sepultura em 1994. O material, produzido por Niko Teixeira (Tormetor Bestial e Genocídio), foi gravado, mixado e masterizado no Audio Lab Vintage Studio, em Taubaté/SP. "Como havíamos feito um tributo para o Slayer e temos planos de, a cada ano, soltar dois vídeos de bandas que nos influenciaram, esta é a nossa pequena homenagem para o Sepultura, que sempre influenciou nossa carreira", declarou o vocalista e guitarrista Laurence Miranda. "O primeiro disco que escutei do Sepultura foi 'Schizophrenia'. Fiquei impressionado com as músicas, os riffs e a pegada da bateria. Era incrível saber que uma banda brasileira estava fazendo algo importante para a nossa cena, pois dava para sentir que tinha algo de mágico nas músicas. O Sepultura mostrou para todos que no Brasil também poderíamos fazer algo diferente para a música extrema", acrescentou.
 
Veja o vídeo para a versão de "Refuse/Resist" em https://youtu.be/Mge4kw_NPF4



Criado na cidade de Pindamonhangaba (SP) em 1990, o Faces of Death passou quase duas décadas inativo e retomou as atividades em 2016, lançando o EP "Consummatum Est" (2017) e o debut, "From Hell", em 2018. Agora, Laurence Miranda (vocal e guitarra), Felipe Rodrigues (guitarra), Sylvio Miranda (baixo) e Sidney Ramos (bateria) seguem compondo as faixas para "Usurper of Souls". "As músicas irão falar sobre as pessoas que iludem as outras em benefício próprio, como pastores usando a fragilidade dos fiéis para enriquecer. Além disso, uma das faixas irá falar sobre o caso da seita de Charles Manson e sua família, que assassinaram a atriz e modelo Sharon Tate", concluiu Laurence Miranda. 
 
Site relacionado: www.facebook.com/facesofdeathband
 
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Venomous assina com gravadora americana e prepara novo material

Após duas turnês pela Europa, dois álbuns e singles lançados em três anos, o grupo paulistano de melodic death metal Venomous celebra a assinatura de contrato com a gravadora americana Brutal Records. "A parceria com a Brutal Records é um grande passo para nós. Nunca perdemos o foco e trabalhamos, inclusive neste triste e complicado período da Covid-19, de forma incessante. Os planos vão ao encontro das expectativas da gravadora, pois sempre trabalhamos muito, de forma rápida e efetiva, objetivando o passo seguinte. A pandemia atrapalhou não só os nossos planos, mas de toda a indústria do entretenimento. No entanto, ainda temos grandes ações planejadas para este ano", declarou o guitarrista Gui Calegari.
 
Promovendo o segundo álbum, "The Black Embrace", lançado no final de 2019, Tigas Pereira (vocal), Gui Calegari e Ivan Landgraf (guitarras), Renato Castro (baixo) e Lucas Prado (bateria) embarcaram para a segunda turnê pela Europa. Porém, os planos para a "Brasil Embrace Tour", que teria início no dia 14 de fevereiro, foram adiados. "Antes da pandemia estávamos ansiosos e contentes, pois tínhamos apresentado as faixas do novo álbum na Europa e, enfim, tocaríamos em alguns lugares que não tínhamos nos apresentado no Brasil, especialmente no Nordeste e Sul. É, ainda não deu", lamentou o baterista Lucas Prado. "O Venomous tem a premissa de não parar de trabalhar e nosso lema sempre foi 'Life Finds a Way'. É, mas no atual cenário e as incertezas advindas da Covid-19, estamos analisando as possibilidades como todo mundo. Não paramos mas, assim como todo mundo, iremos atacar nos palcos somente quando for seguro para todos. O que estamos passando é muito grave, triste e vamos aprender com isso", acrescentou o guitarrista Ivan Landgraf.
 
Fechando um ciclo de três anos, que se iniciou com o lançamento de "Defiant" (2018), o vocalista Tigas Pereira revela que o grupo lançará um novo EP em outubro pela Brutal Records/Sony, que também relançará o debut no exterior. "Musicalmente, neste novo EP de quatro faixas, buscamos manter nossas características de balancear peso e melodia, sempre honrando nossas raízes e valorizando a cultura musical brasileira. Sendo assim, terminaremos a trilogia iniciada com 'Trinity', do primeiro disco, e seguiu com 'Duality', de 'The Black Embrace'."
 
O mais recente trabalho, "The Black Embrace", está disponível em todas as plataformas digitais e foi lançado em formato físico pela Voice Music. O material foi gravado no estúdio Dual Noise (SP), com produção de Rogerio Wecko e do próprio Venomous. Já a arte e ilustrações ficaram a cargo de Ricardo Bancalero. "Acredite, o melhor está por vir. Estamos focados, sempre trabalhamos muito e, mais do que nunca, vamos fazer valer nosso lema 'Life Finds a Way'. Esperamos que faça o mesmo", concluiu Calegari.
 
Veja o clipe de "Heirs of a Dream" em https://youtu.be/zrQKwwWOMzg



"The Black Embrace" no Spotify: https://is.gd/bi4USc
"The Black Embrace" no Deezer: https://is.gd/YGgQSA

DISCOGRAFIA:
Defiant (CD, 2018)
Penitence (Single, 2018)
Black Embrace (Single, 2019)
The Black Embrace (CD, 2019)
 
Site relacionado: https://www.facebook.com/venomousoficial/
 
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#venomous
#brutalrecords

Elevenber: duo lança álbum '11th Dimension'

O duo Elevenber, que conta com o casal Ana Paula Dias nos vocais e o multi-instrumentista Rafael Agostino (Armored Dawn), acaba de lançar o primeiro álbum, "11th Dimension". A referência ao número onze é direta e envolve não só o conceito do nome Elevenber, junção das palavras Eleven + November, respectivamente 11/11, data em que o duo foi formado. O material foi lançado no último dia 11 e conta com 11 canções, abordando temas como teoria das cordas da física quântica, baseada nas vibrações de cordas e mundos paralelos presente na faixa-título. "A épica 'Requiem of The Universe', que fala sobre buracos negros e viagem no tempo, conta com 11 minutos e 11 segundos", destaca Agostino.
 
Veja o vídeo de "Promised Land" em https://youtu.be/elozr7Fk9So



O Elevenber já havia se destacado com suas versões em piano e voz de músicas como "A Tout Le Monde" (Megadeth) e "Cemetery Gates" (Pantera). Porém, com "11th Dimension", que teve arte de capa a cargo de Fernando Castro Olyver e mixagem por Henrique Baboom, aborda diversas influências e estilos, passando da new age à música clássica. Melodias marcantes e arranjos refinados se ressaltam entre instrumentos como piano, violoncelo, violão, percussões e a versatilidade das vozes. Assim, o duo demonstra, mesmo através de tantas variações, sua identidade e estética. "Nas letras, além de um apelo à natureza em 'Promised Land', há também uma crítica a desigualdade social na faixa 'Under the Same Sun' e a incansável busca da verdade para compreender tudo isso em 'Unquiet Mind'", revelou Ana Paula Dias.
 
Confira o clipe da versão de "Cemetery Gates" (Pantera) em https://youtu.be/mtKa2EALKpc
 
A versão física em digibook de "11th Dimension", que conta com fotos e ilustrações para cada música, virá com um código para desbloquear uma página exclusiva do site da dupla, contendo letras traduzidas e o download das músicas em alta definição. O digibook será lançado no próximo dia 20 de junho.
 
Site relacionado: www.elevenber.com.br
 
Spotify: https://is.gd/gHSCYS
Deezer: https://is.gd/ou6VkX

Lufeh apresenta álbum de estreia 'Luggage Falling Down'

Lufeh, banda formada pela união de brasileiros e americanos – Dennis Atlas (vocal), Teo Dornellas (guitarra), Duca Tambasco (baixo), Lufeh (bateria) e Gera Penna (teclado) – apresenta o álbum de estreia, "Luggage Falling Down". O trabalho, mixado e masterizado por Adair Daumfebach, vem recebendo elogios dos críticos, que o como "uma mescla entre música brasileira, Rush e Dream Theater".

"Eu tinha lançado um disco solo em 2008, 'Drummed on Classics', mas agora se trata de uma banda completa e nova. Convidei alguns músicos e amigos brasileiros para virem a Los Angeles para gravar 'Luggage Falling Down' comigo", explicou o baterista Lufeh, radicado nos EUA desde 2014. "Desde o primeiro encontro, deixei claro que o objetivo seria um álbum mais próximo ao metal e eles concordaram, mas o resultado final acabou trazendo uma mescla de várias influências. Se fosse resumir, diria que é um progressivo pesado, complexo e sofisticado", acrescentou.

Veja o clipe de "Find My Way" em https://youtu.be/FNuTWGOf-0U



"'Find My Way' é a definição correta para música de abertura de um show. É impossível não imaginar uma explosão de luzes e efeitos de um palco quando a banda ataca logo apos a 'intro' do teclado. Ela se destaca pela divergência rítmica inesperada e uma letra poética sobre sonhos se tornando realidade", explicou o vocalista Dennis Atlas.

O repertório de "Luggage Falling Down", que está disponível nas plataformas de streaming é o seguinte:

Find my Way
The Unknown
Doors
Trial of Escapade
My World
End of Road
Escape
The Edge

"O objetivo do álbum é levar uma experiência agradável e alucinante ao ouvinte. 'Luggage Falling Down' traz um tipo de música que você pode ouvir e cantar junto. Porém, é o inesperado que mantém a música interessante e vibrante", concluiu o baterista.

Ouça no Spotify em https://is.gd/ha7TwN

Sites relacionados:
www.facebook.com/lufehband
Instagram: @lufehband
www.lufehband.com

 

Duccah apresenta videoclipe para faixa que dá nome à banda

Após estrear com o lyric video "Sem Lutar", Chris Hoff (vocal), Eloi Aldrovandi (guitarra, teclados), Leandro Mazzaro (baixo) e Denis Roosevelt (bateria) apresentam o novo vídeo da banda Duccah, desta vez para a música que dá nome à banda. "Por ser a faixa que leva o nome da banda, queríamos fazer um som bem marcante e que pudesse, de alguma forma, se destacar. Como temos bastante influência de sons mais pesados, acredito que conseguimos trazer essa essência, com levadas mais rápidas e pegadas. Porém, mesclando com algumas transições mais amistosas, como o riff ska, que o guitarrista Eloi incluiu nos versos. Ficou uma combinação interessante no final", comentou o baterista Denis Roosevelt.
 
Veja o clipe de "Duccah", produzido por Leandro Mazzaro, em https://youtu.be/4WPfUm1uEbU



"Inicialmente, a música 'Duccah' tem um apelo sobre como nossa rotina influencia nosso modo de viver e sabotar novas experiências. Foi assim que surgiu a ideia de usar no videoclipe o ditado 'preto no branco', ou seja, de forma simples e direta os sentimentos claros e verdadeiros que gostaríamos de expressar", detalhou o baixista Leandro Mazzaro. "A cor, que deveria ser negativa, encontra outro significado ao ser combinada com o branco. Como estamos afastados geograficamente, dei as diretrizes de como deveria ser o enquadramento, iluminação e contrastes para conseguir atingir o resultado final. Tivemos 16 tracks de vídeo, cada um expressando um enquadramento diferente, gestos, interações com a música e também cenas mais insanas para usar e abusar dos "jump cuts", técnica muito utilizada nos vídeos produzidos na atualidade", acrescentou.
 
O quarteto agora prepara o lançamento do álbum de estreia, "Venha", que será lançado na primeira quinzena de julho e trará 10 faixas ancoradas em um rock nacional forte, cantado em português e flertando com outras sonoridades, batidas e estilos. As músicas foram gravadas em 2019 na Alemanha, Irlanda e Brasil, com produção, mixagem e masterização a cargo de Eloi Aldrovandi, no E-pal Studio (IRL).
 
Ouça "Duccah" nas plataformas digitais em https://is.gd/fJXwXS
 
Site relacionado: www.duccah.com

 #duccah #duccahoficial

 

Area 55 lança álbum de estreia e clipe de 'Into The Void'

Criado em Los Angeles (EUA) por Julio Federici (vocal, King of Bones), Mika Jaxx (guitarra, Sioux 66 e React), Gui Bodi (baixo, Disciples of Babylon e Artur Menezes) e Boll3t (bateria, Aboleth e Hecatombe), o Area 55, que havia estreado com o single e videoclipe "Far Away", apresenta agora mais uma amostra de seu primeiro álbum, "One Ocean". O single e clipe "Into The Void" foi gravado num bunker em Los Angeles, quatro dias antes da pandemia do Covid-19 estourar. "Gravamos um pouco antes de tudo isso que estamos passando estourar. Cancelamos a turnê pelos EUA e nos isolamos. Mesmo assim, decidimos lançar o clipe, pois precisamos de música e amor nesse momento difícil", declarou o guitarrista Mika Jaxx.
 
Veja o clipe "Into The Void" em https://youtu.be/blhk6TsXeHM


 
O álbum "One Ocean" conta com 11 faixas e arte de capa feita por Richard Villa, que trabalhou, entre outros, para o Black Veil Brides, com encarte a cargo de Gustavo Sazes. "A produção ficou por conta da banda, junto ao bom e velho Brendan Duffey, que já produziu quatro álbuns que gravei. O processo do álbum, composto e gravado em Los Angeles, demorou cerca de oito meses de gravação e três de finalização", detalhou Jaxx.
 
Segundo o vocalista Julio Federici, o título do álbum, "One Ocean", tem ligação com o oceano unificando as nações. "Dada a nossa própria história, com alguns integrantes dividindo a vida entre Brasil e EUA, o título veio a calhar", disse. "Além disso, a fusão de estilos deixa o nome do álbum mais forte", completou o baterista Boll3t.
 
Já concepção do nome Area 55, por ter ligação com brasileiros, acabou ficando uma analogia da instalação da Força Aérea dos EUA, conhecida como Area 51. "No começo, pensamos em Code 55, em referência ao código de telefone do Brasil. Depois veio a ideia de Area 55, para ter conexão com a Area 51, que tem ligações com histórias sobre OVNIs, assunto que somos viciados", concluiu Federici.
 
Site relacionado: www.smarturl.it/area55
 
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Silver Mammoth disponibiliza show da "Singles Tour"e "Western Mirror" ganha versão física

"Western Mirror", novo álbum do Silver Mammoth e sucessor de "Mindlomania" (2015) e do compacto "Singles" (2017), agora está disponível em versão física. "Renato Haboryni e eu produzimos o disco e ele veio naturalmente mais pesado, mas nem por isso deixamos de lado as características dos trabalhos anteriores. Inclusive, a intenção foi entregar um trabalho com várias vertentes", explicou o vocalista Marcello Izzo. "Ele tem heavy/rock, toques psicodélicos, passagens acústicas e até um hard blues em homenagem aos saudosos Muddy Waters, Robert Johnson, Chuck Berry e tantos outros. Interessante a receptividade, pois, assim como 'Mindlomania', as faixas estão rodando em rádios britânicas e tivemos reviews em revistas do exterior, como Powerplay e Fireworks", acrescentou.

Com "Mindlomania", o Silver Mammoth subiu de patamar e foi considerado um dos principais nomes do 'classic rock' brasileiro, culminando no lançamento de "Singles" (2017) no formato vinil 7" e que contou com as inéditas 'Let Me Hide You' e 'Coup To The End', que, mais tarde, receberam videoclipes. Agora, a banda disponibiliza a segunda parte do show gravado durante a "Singles Tour". "Tivemos problemas com a câmera no lado direito do palco, tornando as imagens do teclado indisponíveis nas músicas 'Silver Mammoth' e 'Shock Therapy', mas as performances ao vivo são assim, reais, imprevisíveis e vibrantes", apontou o vocalista.

Confira a segunda parte do show gravado em São Paulo durante a "Singles Tour" em https://youtu.be/Kjx1fLaTnS0



Antecipando "Western Mirror", o grupo lançou o single e clipe "Rise Up", com produção da Plural Brother Filmes e que acabou sendo selecionado no festival Festicine de Cinema "Curta Pinhais 2020" na categoria "Clipe Musical" e no "Festival Cine Lobeira de Cinema" (GO). "Foi uma surpresa termos o clipe de 'Rise Up' selecionado em festivais de cinema, mas a Plural Brother Filmes realizou um belo trabalho para o vídeo de 'Rise Up', que mostra um mercado clandestino de luta, onde um mafioso organiza um banco de apostas. Isto vai de encontro com a letra, em que o mote é: 'levante-se e erga-se'", revelou Izzo. "Nós já tínhamos trabalhado com a produtora no clipe para a versão que fizemos de 'Symptom of the Universe', do Black Sabbath, que também consta no repertório do novo álbum. No futuro, após termos a solução para estes dias difíceis que estamos vivendo frente à pandemia do coronavírus, um novo clipe está nos planos, talvez para 'Like a Blind Man'", completou.
 
Veja o clipe de "Rise Up", dirigido por Rodrigo Rímoli, em https://youtu.be/swUrbqp7aPg



O repertório de "Western Mirror" é o seguinte:
1 - For Whom the Bells Cry
2 - Like a Blind Man
3 - Beethoven's Darkside
4 - Rise Up
5 - Western Mirror
6 - Symptom of the Universe (Black Sabbath Cover)
7 - Let's Find the Sun Together
8 - Roll Blues
9 - Jailbreak (AC/DC Cover)
10 - Natural Love (Acoustic Version)
11 - White Line Fever (Motörhead Cover)
12 - Free Soul

Spotify: https://is.gd/Joyrvg
Deezer: https://is.gd/YzBtvQ

DISCOGRAFIA:
Silver Mammoth (CD, 2013)
Pride Price (CD, 2014)
Mindlomania (CD, 2015)
Singles (compacto/vinil, 2017)
White Line Fever (Motörhead, single – versão, 2018)
Symptom of the Universe (Black Sabbath, single – versão, 2018)
Jailbreak (AC/DC, single – versão, 2018)
Rise Up (single, 2019)
Western Mirror (CD, 2020)

Silver Mammoth:
Marcello Izzo (vocal)
Renato Haboryni (guitarra)
Chakal (baixo)
Daniel Agostino (bateria)
Felipe Leão (teclado)
 
Contatos:
https://www.silvermammothband.com
https://www.instagram.com/silvermammoth
https://www.facebook.com/SilverMammoth
http://silvermammoth.loja2.com.br

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Kryour: clipe traz mensagem implícita de como a pandemia afetou o modo como vivemos

Contando com cenas captadas em diversas apresentações durante a turnê do álbum de estreia, "Where Treasures Are Nothing", o Kryour apresenta o videoclipe para a faixa "My Conjugué". "A música fala sobre resiliência e superação de momentos difíceis, de como devemos ser fortes mesmo quando tudo parece perdido. Ela não foi escrita no contexto da pandemia, mas acreditamos que tem uma mensagem importantíssima para todos que estão tendo dificuldades para viver este momento da história da humanidade", pontuou o vocalista e guitarrista Gustavo Iandoli. "Não poderíamos lançar material novo nos omitindo de toda situação que está acontecendo. O clipe não tenta contar uma história, mas traz uma mensagem implícita de como essa pandemia afetou o modo como vivemos, principalmente no âmbito de uma banda, onde os shows são sua principal atividade", acrescentou o baterista Matheus Carrilho.

Veja o clipe de "My Conjugué" em https://youtu.be/Ao1hl5C4R58



A ideia para o clipe vinha sendo desenvolvida desde o show de lançamento do e "Where Treasures Are Nothing", realizado em 22 de junho de 2019 junto com o Venomous. "Começamos a captar imagens da banda junto com a produtora Showhouse Entertainment, do diretor Deuta, a partir desse show. Então, outros mais importantes foram selecionados para a captação de imagens para um futuro clipe, como a abertura para o Symphony X, além da primeira vez em Botucatu (SP) no fim de semana mundial do rock, junto com Project46, Venomous, Válvera, muitas outras", explicou o guitarrista Wesley Peira.

"O ano de 2020 começou e estávamos esperando mais um último show para a captação de imagem. Porém, o Coronavírus chegou mais cedo e tivemos que cancelar a data. Tendo isso em mente, resolvemos que teríamos que montar o clipe com as cenas que tínhamos. Em uma das conversas com o diretor Deuta, ele propôs mesclarmos as imagens dos shows com cenas atuais da situação que estamos passando", concluiu Carrilho.

"Where Treasures Are Nothing" contou com produção a cargo de Diego Castro (The Ocean Revives, Purge, Abstracted, Summeria) e teve arte de capa de Carlos Fides (Almah, FlowerLeaf, Evergrey, Semblant, Noturnall, Trezzy, Silver Mammoth).

Ouça no Spotify em https://is.gd/HrwgMC
Ouça no Deezer em https://is.gd/cz3MLj

Site relacionado: https://www.facebook.com/kryour/
Mídias sociais: @kryour

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